Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Moral católica e combate à Aids


Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

A interpretação geral da mídia foi de que a Igreja mudou sua posição e agora permite o uso desses pseudo-profiláticos, em certos casos. Alguns teólogos e dignitários eclesiásticos de alto nível adotaram a mesma posição, causando confusão entre os católicos.

Obviamente, tais posições são injustificáveis do ponto de vista da Moral natural e da doutrina católica.

Baseado nos princípios tradicionais da Moral católica e da Lei natural, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) formulou algumas considerações a respeito das implicações morais do uso do preservativo, levando previamente em conta o que dizem a ciência e a experiência quanto aos resultados de tal uso.

Clique aqui e leia o texto no site do IPCO.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Bebê gerado fora do útero demonstra que ciência pode salvar à mãe e ao filho

SÃO PAULO, 22 Jul. 08 / 06:29 am (ACI).- Ao comentar o recente nascimento de um bebê, cuja gestação se realizou fora do útero materno, um dos médicos presentes no parto, Waldemir Rezende, sublinhou que os extraordinários resultados obtidos na intervenção demonstram que sempre é possível encontrar na ciência as melhores possibilidades de cura para a mãe e o filho.

Recentemente a imprensa brasileira destacou o nascimento são e salvo do pequeno Valdir Gabriel e a recuperação de sua mãe, Maria Benedita, quem devido à complicação em sua gravidez pôde ter sido submetida a um aborto sob o suposto de risco de vida para a mãe.

Em entrevista concedida a ACI Prensa, o Dr. Rezende indicou que em casos como o apresentado (um em 40 mil gravidezes) “os riscos sempre existem e são grandes, mas a natureza é sábia e pode nos ajudar a procurar as soluções para os diversos problemas que encontramos pelo caminho”.

Adicionou que durante todo o processo Maria Benedita demonstrou confiança nos médicos que a atenderam desde sua chegada ao hospital e hoje está muito feliz com seu filho, porque isto sem dúvida é um milagre da vida e da ciência.

Ao ser perguntado sobre se a vida da Benedita esteve em risco durante todo o processo, o médico assinalou que “a pesar que nestas situações sempre pode haver risco de hemorragia ou perfuração do intestino, baço, estômago, infecção maternal e fetal, tudo saiu muito bem porque se calculou cada passo da intervenção”.

“Nós realizamos uma ressonância magnética para identificar o lugar exato da placenta. depois desta análise percebemos que o lugar de implantação dos tecidos fetais não ia colocar à mãe nem ao feto sob risco de morte. É por isso que o parto sem problemas foi programado para a 32º semana de gestação (8 meses)”, concluiu.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Até onde pode ir o desrespeito pela missa e o sacerdócio? O caso de Votuporanga


O sacerdote na missa renova o sacrifício incruento da Cruz, oferecendo a Deus o próprio Jesus Cristo, o Cordeiro imaculado, como vítima propiciatória. É o ato mais augusto da religião católica.

O que achar então do fato veiculado pela Folha de S.Paulo em 6-7-2008? A brutalidade do fato obriga-nos à extrema concisão.

O jornal afirma que o pároco da igreja de Santa Luzia, Votuporanga, Pe Sílvio Roberto dos Santos durante a missa fica à procura moças que sirvam para “modelo”.

O religioso é bem conhecido pelos seus cursos nessa atividade. Da paróquia de Votuporanga, saíram vencedoras de vários concursos.

O padre reconhece que “esse meio é sujo, há muita prostituição por trás disso”. E fornece “traquejo”, ensina requebros e jeitos sensuais para suas “alunas” conquistarem os votos do jurado.

Em vez de dizerem “xis” nas fotos, elas dizem (órgão sexual masculino), e os homens vice-versa. “Fica uma coisa alegre”, justifica o sacerdote.

Ele reúne o “sindicato de homossexuais” “para reflexões bíblicas”. Visita também as zonas de prostituição da cidade.

Segundo ele não há problema com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O seu bispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, que preside a diocese de São José do Rio Preto, evitou responder à “Folha” “por estar há pouco tempo na região e não conhecer a fundo o trabalho com as modelos”, e, por meio de seu porta-voz, disse que esse trabalho “é uma forma de evangelização”.

A se confirmar a informação, por ninguém desmentida até agora, podemos perguntar se era possível que a dignidade do sacerdócio e o caráter supremamente augusto da missa pudessem ser jogados mais baixo.

Até há pouco parecia impossível. Entretanto chegou-se a isto. Chegará até mais baixo?

Rezemos para que Nossa Senhora impeça piores quedas.

(Extraído do blog Luz de Cristo x Luz das trevas)

quinta-feira, 13 de março de 2008

Novas descobertas genéticas dão razão aos médicos católicos

A clonagem humana deixa de ser interessante, reconhece o pai da ovelha Dolly

ROMA, quarta-feira, 28 de novembro de 2007 ( ZENIT.org).- As novas descobertas científicas sobre células-tronco (ou estaminais) adultas, que não implicam a eliminação de vidas humanas, deram razão à batalha ética liderada há anos pelos médicos católicos.

O Dr. Josep Maria Simón, presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (FIAMC), elogia os resultados de uma equipe japonesa e uma equipe americana que conseguiram transformar células de pele humana em células-tronco, que são capazes de evoluir em células nervosas, cardíacas ou em qualquer dos 220 tipos de células do corpo humano.

A nova técnica, ainda que exija aperfeiçoamento, é tão promissora que o cientista que conseguiu clonar a primeira ovelha do mundo, Ian Wilmut, anunciou que deixará de lado a clonagem de embriões para focalizar-se nas células-tronco derivadas de células da pele.

«Parece que a Providência está nos indicando o caminho dos médicos e demais pesquisadores. Deus aperta, mas não enforca. Fecha-se uma porta e se abre outra», reconhece o Dr. Simón em declarações à Zenit.

«Os médicos católicos ainda têm algumas dificuldades para que muitas pessoas compreendam e aceitem que a vida humana nascente é digna de todo respeito. Contudo, só a pesquisa e os tratamentos com base nas células-tronco adultas estão dando resultado», acrescenta.

«Ao tratar com elas não se destroem embriões e temos resultados - constata. E os resultados são muito valorizados em nossas sociedades ocidentais desenvolvidas e eficazes.»

O presidente dos médicos católicos confessa: «Não sei o que teria sido de nossa capacidade para comunicar se as embrionárias tivessem dado resultado! A Providência nos economizou a dureza de ter que dizer: 'Você poderia curar com embriões, mas deve continuar assim, já que sua destruição é imoral'».

«Este era o pensamento do Papa quando nos dirigiu o famoso discurso há um ano, aos participantes do congresso organizado pela FIAMC e pela Pontifícia Academia pela Vida», recorda o doutor em referência ao encontro que ainda pode ser visitado em www.stemcellsrome2006.org.

«Não queremos medalhas, mas então dissemos que havíamos convidado os melhores. E agora foi a equipe japonesa que convidamos que demonstrou os grandes resultados com as células adultas», conclui o Dr. Simón.

O bispo Elio Sgreccia, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, tem a mesma opinião.

«Agora que não há necessidade de embriões nem da clonagem terapêutica - supostamente terapêutica -, fecha-se uma página de polêmicas agudas», reconhece.

«A Igreja a havia enfrentado por motivos éticos, alentando os pesquisadores a continuar com as células-tronco adultas e declarando ilícita a imolação do embrião», explicou Dom Sgreccia nos microfones de «Rádio Vaticano».

«A ética que respeita o homem é útil também para a pesquisa e confirma que não é verdade que a Igreja esteja contra a pesquisa: está contra a má pesquisa, que é nociva para o homem», conclui Sgreccia, constatando que todos os milhões destinados a pesquisar com células embrionárias se converteram em um «esbanjamento».

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Prefeito de Aparecida proíbe bailes na Quaresma

O Estado de S. Paulo, quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Prefeito de Aparecida proíbe bailes na Quaresma
Simone Menocchi

Durante os 40 dias da Quaresma, período entre o carnaval e a Páscoa em que católicos jejuam e rezam, bailes populares em praça pública estão proibidos em Aparecida, no Vale do Paraíba. O prefeito José Luiz Rodrigues (PFL) alegou ser o período de reflexão, não de diversão. “Jesus morreu por nós, fez o maior sacrifício. Não custa fazer esse sacrifício por Deus.” Católico e devoto de Nossa Senhora Aparecida, ele não acredita que a medida seja impopular. “O povo de Aparecida é religioso e entende.

(...)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

"Não é questão de saúde pública, pois gravidez não é doença"

O Estado de S. Paulo, caderno Aliás, domingo, 3 de fevereiro de 2008
Você concorda com a distribuição da pílula do dia seguinte pelo governo durante o carnaval?

‘Não é questão de saúde pública, pois gravidez não é doença’
Talmir Rodrigues médico e repres. da Federação Internac. do Direito de Viver

Não concordo. Além da ação contraceptiva, essa droga tem também o efeito antinidação, ou seja, impede que o embrião se fixe ao útero. Uma mulher pode ficar grávida poucas horas após a relação sexual.

A pílula pode ser tomada até 72 horas depois. Ou seja, a vida surge e é interrompida. Trata-se, portanto, de efeito abortivo. A droga é vendida, sobretudo, em países em que o aborto é legalizado, independentemente do motivo. No Brasil, ele só é permitido em casos de estupro ou de risco à vida da mãe. Logo, a distribuição indiscriminada dessa droga é inconstitucional. Ao utilizar recursos públicos para promover o uso da pílula, o governo corre o risco de ter que indenizar mulheres que, eventualmente, venham a ter problemas decorrentes da ação do hormônio em seu organismo, ou que se arrependam de ter usado o método ou ainda que tenham crianças com malformação devido ao uso da pílula. O argumento de que se trata de uma ação de saúde pública não é válido, pois gravidez não é doença e a pílula não é remédio. Remédio é feito para curar, para tratar, e a pílula do dia seguinte destrói a vida.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Enquete sobre células-tronco embrionárias

De acordo com a Revista Veja (07.FEV.2008):
"O Supremo Tribunal Federal está próximo de julgar se as células-tronco embrionárias poderão ou não ser usadas para pesquisas genéticas no Brasil. Logo na reabertura dos trabalhos, na última sexta-feira, o ministro Carlos Ayres Britto entregou à presidência do Supremo o seu voto sobre o assunto, que pode agora ser incluído na pauta de julgamentos. O voto é de extrema importância: Britto é o relator de uma ação de inconstitucionalida de contra a Lei de Biossegurança, em torno da qual gira uma duradoura polêmica.

Em vigor desde março de 2005, a lei autorizou as pesquisas com células-tronco de embriões humanos, mas fez restrições: os pesquisadores só podem usar embriões inviáveis, que serão descartados pelas clínicas de fertilização, ou embriões congelados há pelo menos três anos. Em maio de 2005, entretanto, o então procurador-geral da República, Claudio Fonteles, entrou com uma ação no STF alegando que a Lei de Biossegurança era inconstitucional."

Para saber mais sobre a diferença entre células-tronco embrionárias e células-tronco adultas, sugerimos uma consulta ao artigo "O dilema das células-tronco".

Dê sua opinião, responda a enquete na lateral esquerda deste blog: "Você concorda com as pesquisas com células-tronco embrionárias?

A enquete ficará disponível até dia 20 de Abril de 2008.

RESULTADO:

Você concorda com as pesquisas com células-tronco embrionárias?

Não! - 163 (82%)

Sim! - 28 (14%)

Não tenho opinião formada! - 2 (1%)

Nunca pensei sobre isso! - 4 (2%)

TOTAL DE VOTOS: 197

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

ZENIT: Revista «The Lancet» não é científica em sua proposta sobre anticoncepcionais orais

Segundo explica o presidente dos médicos católicos

Por Jesús Colina
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 28 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).- A reivindicação da revista «The Lancet» para pedir que a Igreja reconheça os anticoncepcionais orais não tem caráter científico, explica o presidente da Federação de Associações de Médicos Católicos (FIAMC).

No ano do 40º aniversário da encíclica «Humanae vitae», a publicação científica pede a distribuição de anticoncepcionais orais entre as mulheres como resposta a um estudo no qual se mostra que estes fármacos protegem do câncer de ovários.

Um comunicado emitido pelo Dr. Josep Maria Simon Castellví, presidente da FIAMC, recorda que a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer («International Agency for Research on Câncer») - com sede em Lyon -, agência da Organização Mundial da Saúde, em seu comunicado de imprensa de 29 de julho de 2005, constatou a possível carcinogenicidade de contraceptivos orais combinados (estrógeno e progesterona) e terapia combinada (estrógeno e progesterona) para a menopausa, baseado nas conclusões de um grupo internacional «ad hoc» de trabalho formado por 21 cientistas de 8 países.

Os contraceptivos orais estrógeno-progesterona foram classificados no Grupo 1 dos agentes carcinogênicos. Esta categoria é utilizada quando há evidência suficiente de carcinogenicidade em humanos.

«Como resultado dos efeitos secundários destes fármacos, inclusive o câncer, temos de dizer que neste caso 'The Lancet' e a mídia, ao reproduzir seu chamado, foram claramente irresponsáveis», afirma.

Como já fez no passado, a FIAMC convida todos os convênios médicos a considerar atentamente os resultados do estudo que evidencia o valor profético das encíclicas «Humanae Vitae», de Paulo VI, e a «Evangelium Vitae», de João Paulo II, e encoraja os médicos católicos a divulgarem os métodos naturais de planejamento familiar também nas sociedades ocidentais.

Divulgue

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