Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Até onde pode ir o desrespeito pela missa e o sacerdócio? O caso de Votuporanga


O sacerdote na missa renova o sacrifício incruento da Cruz, oferecendo a Deus o próprio Jesus Cristo, o Cordeiro imaculado, como vítima propiciatória. É o ato mais augusto da religião católica.

O que achar então do fato veiculado pela Folha de S.Paulo em 6-7-2008? A brutalidade do fato obriga-nos à extrema concisão.

O jornal afirma que o pároco da igreja de Santa Luzia, Votuporanga, Pe Sílvio Roberto dos Santos durante a missa fica à procura moças que sirvam para “modelo”.

O religioso é bem conhecido pelos seus cursos nessa atividade. Da paróquia de Votuporanga, saíram vencedoras de vários concursos.

O padre reconhece que “esse meio é sujo, há muita prostituição por trás disso”. E fornece “traquejo”, ensina requebros e jeitos sensuais para suas “alunas” conquistarem os votos do jurado.

Em vez de dizerem “xis” nas fotos, elas dizem (órgão sexual masculino), e os homens vice-versa. “Fica uma coisa alegre”, justifica o sacerdote.

Ele reúne o “sindicato de homossexuais” “para reflexões bíblicas”. Visita também as zonas de prostituição da cidade.

Segundo ele não há problema com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O seu bispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, que preside a diocese de São José do Rio Preto, evitou responder à “Folha” “por estar há pouco tempo na região e não conhecer a fundo o trabalho com as modelos”, e, por meio de seu porta-voz, disse que esse trabalho “é uma forma de evangelização”.

A se confirmar a informação, por ninguém desmentida até agora, podemos perguntar se era possível que a dignidade do sacerdócio e o caráter supremamente augusto da missa pudessem ser jogados mais baixo.

Até há pouco parecia impossível. Entretanto chegou-se a isto. Chegará até mais baixo?

Rezemos para que Nossa Senhora impeça piores quedas.

(Extraído do blog Luz de Cristo x Luz das trevas)

terça-feira, 4 de março de 2008

VÍDEO: Dom Luiz mostra casa onde vive em bairro de SP

da Folha Online

Em 1808 a família real portuguesa deixou Lisboa e rumou para o Rio de Janeiro. Após 200 anos, um dos herdeiros, o príncipe, vive em uma casa alugada em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista.

Dom Luiz de Orleans e Bragança, 69, recebeu a reportagem da Folha Online em sua residência e fala sobre sua rotina.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u378416.shtml

Divulgue

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