Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Praça das FARC

Folha de S. Paulo, sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mônica Bergamo

O jornal El Universal, de Caracas, noticiou que o guerrilheiro Manuel Marulanda, líder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) morto em março, vai virar nome de uma praça que será entregue hoje na capital venezuelana. A homenagem, que inclui um busto de Marulanda, é assinada pelo Partido Comunista e por duas organizações bolivarianas que negaram participação do presidente Hugo Chávez na iniciativa.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Brasil é dúbio com terror, diz ideólogo uribista

Folha de S. Paulo, terça-feira, 8 de julho de 2008

Eliane Cantanhêde

Bogotá — Assessor e ideólogo do presidente Álvaro Uribe, apesar das origens de esquerda, o advogado José Obdulio Gaviria, 56, não desmente um certo mal-estar com a posição considerada dúbia do Brasil em relação às Farc.

— E a reação externa? O Brasil, por exemplo, é contra o terceiro mandato de Uribe.
— Lula é contra por princípio, até era contra a primeira reeleição. Mas ele está aí, reeleito, porque já a haviam aprovado. Ele e seu partido não acreditavam no sistema, e é legítimo. Outros acreditamos, o que também é perfeitamente legítimo. Para nós, é uma questão de engenharia constitucional, não de princípios.

— Não preocupa a Colômbia o seu isolamento na região?
— Não, porque isso é falso. A Colômbia está no Mercosul, na CAN [Comunidade Andina de Nações], desenvolve tratados de livre-comércio com o Canadá, com os EUA, com a América Central, com o Chile. Que isolamento é esse? Temos boas relações com todos os países das Américas, com a exceção do Equador.

— Há uma percepção na Colômbia de que o governo Lula é dúbio ao tratar das Farc?
— Eles vêm de uma percepção das Farc como movimento de esquerda, como militantes da esquerda latino-americana, e estavam equivocados. O que as Farc fazem é terrorismo, não importa se é de esquerda ou de direita.

— Então, há certa condescendência do governo com as Farc?
— Havia contatos no Foro de São Paulo. Espero que isso esteja totalmente rompido e que o governo brasileiro tenha o mesmo desprezo que toda a humanidade tem pelas Farc.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

EUA recriam frota para América Latina

Sérgio Dávila

Folha de S. Paulo, sábado, 26 de abril de 2008


WASHINGTON — A Marinha norte-americana anunciou que está recriando sua Quarta Frota, que será responsável pelos navios, submarinos e aeronaves do país em operação na América do Sul, Cen-tral e no Caribe. A esquadra existiu entre 1943 e 1950 e sua volta agora é uma decisão administrativa, não política, defende o Pentágono.

O anúncio chega num momento em que a atividade militar na América Latina volta a despertar a atenção do mundo. O interesse foi evidenciado por fatos recentes como a ação da Colômbia contra as Farc no Equador, o que os EUA chamam de “corrida armamentista” patrocinada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, e a sugestão do presidente Lula de que seja criado um Conselho Regio-nal de Defesa na América do Sul.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Guerrilha no Brasil?

Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 54 - 28/03/2008
www.paznocampo.org.br

Guerrilha no Brasil?

Já não falta mais nada! A conclusão é claríssima e indiscutível. Temos guerrilha em nosso País. Há poucos dias autoridades garantiam que isso não acontecia. Vamos ver se agora o Presidente da Venezuela, Hugo Chaves não vai pedir, para essa guerrilha também, o estado de beligerância e não de um movimento em insurreição. Os guerrilheiros foram treinados pelas FARC.

Parece que no governo ninguém fala, ninguém viu - como de costume. Só que, segundo a reportagem, essa guerrilha já existe há 8 anos. Se prestarmos atenção nos métodos de atuação, eles se assemelham à Via Campesina e ao MST. Agora pense: o que será do Brasil se os assentamentos e acampamentos do MST e os quilombolas - que estão ganhando terras às custas da expropriação injusta de proprietários particulares - todos estrategicamente instalados, forem usados para levantar uma insurreição de proporções nacionais? Não poderiam ser armados pelo Presidente Chávez, financiados pelo narcotráfico, treinados pelas FARCs? E ainda usarão, com certeza, mulheres e crianças como escudo, no melhor estilo Via Campesina. Estarão espalhando o terror como fazem esses guerrilheiros!

Estaremos delirando ou estamos diante de uma hipótese da tentativa de tomada do poder pela utopia socialista? Agindo na surdina, secreta, dissimulada, mas agilmente atuante? Leia, pense e julgue o leitor se estamos sonhando. Que isso não se transforme em pesadelo. Acesse:

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2003/artigo75560-1.htm

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Colômbia em peso diz NÃO às FARC

Na segunda-feira de carnaval, 4 de fevereiro, o que se viu nas ruas de Bogotá e de outras 50 cidades da Colômbia, felizmente não foram cordões carnavalescos. Foram multidões indignadas, calculadas em 10 milhões, que se manifestavam em peso contra as FARC. Ao mesmo tempo, no Brasil, os foliões se divertiam despreocupados, enquanto o MST, amigo das FARC, fazia seu “carnaval vermelho” invadindo 14 propriedades!

Em Bogotá, um mar humano estimado em 1 milhão de pessoas iniciou sua marcha no Parque Nacional, deslocando-se ao longo da principal avenida – a Sétima – até o centro histórico da capital.

Podiam-se ver cartazes com os seguintes dizeres: “A Colômbia sou eu – Não mais seqüestros – Não mais mentiras – Não mais mortes – Não mais FARC”; “+ Contundência – Piedade” (referência à senadora esquerdista Piedad Córdoba, cúmplice de Chávez); “Terrorista Chávez, chefe das FARC: por que não te calas?”; “As FARC não são o exército do povo, são os assassinos e seqüestradores do povo”.

Manifestações de solidariedade com o sofrido povo colombiano foram realizadas em quase 200 cidades do mundo inteiro.

Em vista dessas manifestações de repúdio às FARC, ficaram desarticuladas e sem face as forças que dentro e fora da Colômbia tudo empreenderam na tentativa de entregar definitivamente o país nas mãos de uma minoria comunista e assassina.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Para Chávez, Venezuela faz fronteira com as "forças insurgentes" e não com a Colômbia

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu país não faz fronteira com a Colômbia, e sim com as "forças insurgentes do país". A informação é da agência argentina Telam.

"A Venezuela se milita a oeste, a sudoeste, a noroeste, em boa parte deste território, com as forças insurgentes da Colômbia, que têm outro Estado e leis próprias que aplicam e fazem cumprir", disse Chávez, durante a comemoração dos 16 anos da tentativa de golpe de Estado contra o governo de Carlos Andrés Pérez.

"Essa é uma realidade que não se pode desconhecer, é uma guerra interna da qual nós não participamos, e se participamos de alguma maneira, é para buscar um acordo entre as partes e chegar a um acordo de paz na Colômbia", disse Chávez.

O chefe de Estado venezuelano também disse que não concorda com a prática de seqüestro por parte das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), mas ressaltou que uma boa parte dos reféns são prisioneiros de guerra.

Hugo Chávez informou que seu governo já iniciou contatos e movimentos para a libertação dos ex-parlamentares Luis Pérez, Gloria Polanco e Orlando Cuellar: "Estamos prontos, adiantando a operação para resgatá-los, para que voltem a suas casas".

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