Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Kerenskismo obamista, Honduras e abismo chavista

Armando Valladares (*)
Agência Boa Imprensa - Boletim nº 1013 - Julho/2009

Assim como o presidente Eduardo Frei Montalva passou para a História como o Kerensky chileno, por pavimentar o caminho para o socialista Allende, assim também o presidente Obama corre o risco de se tornar o Kerensky das Américas, caso empurre Honduras para o abismo chavista.

Quando ocorreu a destituição do presidente hondurenho Zelaya, por ordem da Suprema Corte desse país e o apoio majoritário do Congresso, Honduras caminhava a passos rápidos rumo a uma ditadura chavista, passando por cima da Constituição e das leis. Além de seu mais alto órgão judicial, as mais importantes figuras políticas e religiosas de Honduras estavam alertando para o risco chavista.

Não obstante, nem o presidente Obama, nem o secretário geral da OEA – o socialista chileno Insulza –, nem o “moderado” presidente do Brasil, Lula da Silva, e nem sequer, que nos conste, qualquer outro presidente latino-americano disse uma palavra a respeito. Alegava-se a autodeterminação, a necessidade do diálogo, o respeito dos processos políticos internos, etc.

Todas essas personalidades políticas tiveram oportunidade de falar em favor da liberdade de Honduras, mas, como Pilatos, preferiram lavar as mãos. Menciono as duas mais notórias.

A primeira foi a Cúpula das Américas, em Trinidad Tobago, próxima de Honduras, durante a qual o presidente Obama, com seu estilo neo-kerenkista, se desfez em sorrisos com o presidente-ditador Chávez, flertou com o próprio Zelaya e com outros presidentes populistas-indigenistas como o equatoriano Correa e o boliviano Morales, prestigiou o “moderado” Lula e anunciou que estava disposto a dialogar e estabelecer um “novo começo” com a sanguinária ditadura castrista.

A segunda foi a Assembléia Geral da OEA – por uma ironia da História realizada na própria Honduras –, na qual, com a aprovação do governo Obama, se absolveu a ditadura castrista e se lhe abriram as portas para que pudesse retornar ao referido organismo internacional.

Diante de seus narizes e dos próprios olhos, os chanceleres dos governos das Américas puderam sentir e ver a grave situação interna de Honduras, mas preferiram lavar as mãos como Pilatos.

Quando se deu a destituição do presidente Zelaya, ordenada pela Suprema Corte hondurenha com base em preceitos constitucionais que impedem a reeleição de um presidente, aí sim, rasgaram-se as vestes, iniciando-se um dos maiores berreiros de esquerdistas e “moderados úteis” da História contemporânea, com verdadeiro linchamento de um pequeno país que decidiu resistir a essas pressões. Um pequeno país que se agigantou espiritualmente, inspirado na expressão de São Paulo, esperando “contra toda esperança” humana, mas aguardando tudo da Providência e fazendo lembrar, para quem vê com apreensão o drama hondurenho, a figura bíblica de David contra Golias.

No momento em que escrevo estas linhas o deposto presidente Zelaya ameaça retornar a Honduras, com o que, segundo advertência do Cardeal desse país, tornar-se-á responsável pelo sangre fratricida que possa correr. Diante da resistência hondurenha, até o presidente-ditador Chávez olha para o presidente Obama na esperança de que este a quebre.

Também neste momento noticia-se que a secretária de Estado Hillay Clinton acaba de telefonar ao presidente interino de Honduras para, segundo versões, dar-lhe um ultimato. A mesma secretária Clinton que em Honduras, durante recente reunião da OEA, aprovou a absolvição da sanguinária ditadura castrista; a mesma que, juntamente com o presidente Obama, está disposta a dialogar com o governo pró-terrorista do Irã; ela, que abre os braços aos comunistas cubanos, que se reúne e ri com o presidente-ditador Chávez, dá um chega-prá-lá na delegação civil hondurenha que foi a Washington simplesmente para explicar sua versão dos fatos.

Como já foi lembrado, o Cardeal de Honduras advertiu o deposto presidente Zelaya de que este será responsável pelo banho de sangue que possa ocorrer, caso force seu regresso ao país.

De minha parte, enquanto ex-preso político cubano durante 22 anos nas masmorras castristas, embaixador dos Estados Unidos por vários anos junto à Comissão de Direitos Humanos da ONU, e como simples cidadão das Américas, tenho a certeza de que assim como o presidente Eduardo Frei Montalva passou para a História como o Kerensky chileno, por pavimentar o caminho ao socialista Allende, assim também o presidente Obama corre o risco de se tornar o Kerensky das Américas, caso contribua para empurrar Honduras rumo ao abismo chavista.

(*) Armando Valladares, ex-preso político cubano, foi embaixador dos Estados Unidos em Genebra ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU durante as administrações Reagan y Bush. Acaba de receber em Roma um importante prêmio de jornalismo por seus artigos em favor da liberdade em Cuba e no mundo inteiro.
E-mail: armandovalladares2005@yahoo.es


Correspondência: Caixa Postal nº 1422 — CEP 01009-970 – São Paulo – SP
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Bispo compara eleição com Batalha de Lepanto

“The Catholic Key”, 24 de outubro de 2008

Dom Robert W. Finn, Bispo de Kansas City e St. Joseph, comparou a próxima eleição presidencial com a Batalha de Lepanto, na qual as forças cristãs, em esmagadora desproporção, derrotaram os invasores turcos otomanos empenhados na conquista da Europa. “Juntamente com os outros Bispos de Missouri, estou pedindo a todos os fiéis para fazer desta última semana antes da eleição uma semana de oração pela nossa nação – uma semana de oração pela proteção da Vida Humana”.

No dia 24 de outubro, Dom Finn escreveu, em uma coluna do jornal diocesano: “Una-se a mim, para recorrer a Maria neste mês do Rosário. Em 1571, na Batalha de Lepanto, quando o futuro da Europa Cristã estava periclitando e a superioridade contra ela era esmagadora, oração feita a Nossa Senhora trouxe a vitória decisiva. Peçamos a Ela que olhe agora para o nosso país, e nos traga a vitória da vida”.

“Nossos princípios morais católicos nos ensinam que promessa de prosperidade econômica de candidato é insuficiente para justificar seu constante apoio às leis abortistas, inclusive de crianças nascidas com vida”, observou Dom Finn. “A promoção do Ato da Liberdade de Escolha é um pedido para se eliminar qualquer simples limite aos abortos perpetrados nos últimos 35 anos... Peço-lhe que se una a mim, para invocar os Anjos da Guarda dos 47 milhões de bebês perdidos através do aborto em nosso país, nos últimos 35 anos. Essa horrenda perda de vidas continua sendo uma das maiores ameaças à civilização.”

terça-feira, 14 de outubro de 2008

As Viúvas de Stalin e a Crise Americana

Nota: Segundo esse artigo, no governo Carter (democratas) em 1977 foi criado decreto federal que obrigava os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas. Portanto embora o Obama insista em jogar a crise no colo dos republicanos, na realidade, a crise foi gerada pela interferência indevida do poder público, e mais pelos democratas do que pelos republicanos... A crise não constitui falência do capitalismo em si mas foi gerada pela interferência socialista indevida no mercado financeiro...

As Viúvas de Stalin e a Crise Americana
Análise escrita por Cezar Cauduro Roedel, em 08/10/2008.

Longe de ser uma "falha de mercado", o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.

Não demorou para que as "Viúvas de Stalin" fossem propalando suas análises embusteiras sobre a "crise" do subprime americano. Com muita felicidade estampada no rosto davam gargalhadas e seus veredictos intelectualescos, comentando a derrocada do capitalismo, o fim do livre mercado, o modelo americano ruindo em suas próprias contradições...Portanto é necessário fazer alguns esclarecimentos sobre esta crise do mercado imobiliário, que de longe não é nada recente. A pergunta que devemos responder é a seguinte: Esta crise foi realmente gerada por uma "falha de mercado"? Segue o argumento:

1- A origem da crise está ligada com a criação das gigantes hipotecárias, Fannie Mae e Freddie Mac, que recentemente reberam grandes verbas do governo americano. A Fannie Mae foi criada em 1938 pelo governo de Franklin Delano Roosevelt, dentro dos objetivos da política do New Deal.

2- O New Deal previa o acesso de todos os cidadão americanos a casa própria. Mesmo àqueles sem capacidade creditícia, um plano de reestruturação com forte intervenção na economia. Assim, a gigante hipotecária forneceria liquidez ao mercado de hipotecas de alto risco, com a verba do contribuinte americano.

3- As gigantes hipotecárias são instituições paraestatais, não são eminentemente privadas, por isso não estão "a prova do mercado", no sentido puro da expressão.

4- O Governo americano sempre injetou muito dinheiro nestas instituições, que compram as hipotecas de alto risco do bancos americanos, dando assim, acesso aos cidadãos a sua casa própria.

5- Em uma situação de economia de mercado, os Bancos não cederiam empréstimos para pessoas com histórico creditício duvidoso. A economia de mercado prevê que só pode emprestar dinheiro para pessoa que pode honrar a dívida. Então porque os banqueiros cediam estes empréstimos? Veja abaixo:

6- Em 1977, então governo Carter, foi criado o decreto federal (Community Reivestment Act - Decreto de Reinvestimento Comunitário) que "obrigava" os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas com o aval das gigantes hipotecárias, a juros mais baixos, justamente para que todos tivessem acesso a casa própria. Os bancos que não se adaptassem as essas regras não poderiam fazer fusões, aquisições e novas linhas de negócio, até que provassem ao governo um certo número de empréstimos a estes "maus pagadores".

Longe de ser uma "falha de mercado", o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.

(Fonte: http://www.if.org.br/analise.php)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Três mil iraquianos ingressam na Igreja Católica

Três mil iraquianos, que vivem nos EUA, abandonaram a cismática Igreja Ortodoxa Assíria junto com seu bispo, D. Mar Bawai Soro, e se tornaram católicos de rito caldeu - um dos ritos tradicionais que fazem parte dos tesouros inesgotáveis da Igreja Católica.

D. Mar Bawai Soro publicou elogio escrito sobre o poder de jurisdição universal do Papa. Há muito esses iraquianos tinham abandonado os erros de Nestório, que foram a causa do cisma.

Algumas centenas de iraquianos "ortodoxos" ingleses seguem a mesma via, informou The Catholic Herald de Londres. Na Inglaterra o caso é muito comentado, em vista de estranha aversão do episcopado católico às conversões, e sua ojeriza em relação às liturgias tradicionais.

(Fonte: Blog Luzes de Esperança)

sábado, 28 de junho de 2008

McCain diz que Brasil é exemplo na área energética

O Estado de S. Paulo, terça-feira, 24 de junho de 2008

Patrícia Campos Mello

O senador John McCain afirmou que os EUA deveriam seguir o exemplo do Brasil, que expandiu sua frota de carros com motor bicombustível, e aproveitou para atacar o apoio do democrata Barack Obama às barreiras contra o álcool brasileiro. “Em três anos, o Brasil passou de 5% de carros com motor flex em sua frota para 70%”, disse McCain. “Só que as mesmas montadoras que ajudaram o Brasil a fazer essa mudança dizem que demoraria muito mais para transformar a metade de nossos novos veículos em carros flex.”

McCain voltou a criticar os subsídios ao álcool americano feito de milho e as barreiras contra o produto brasileiro, feito de cana-de-açúcar. “Nosso governo paga para subsidiar o etanol de milho e, ao mesmo tempo, cobra tarifas que impedem os consumidores de se beneficiar de outros tipos de etanol, como o do Brasil”, disse.

“O resultado é que o americano paga a conta duas vezes. Arcamos com os subsídios e, como consumidores, pagamos mais na bomba porque colocamos barreiras sobre produtos mais baratos do exterior.”

A crítica tinha endereço certo: a campanha de Obama, que defende os subsídios e a tarifa sobre o combustível brasileiro. Obama é senador pelo Estado de Illinois, segundo maior produtor de milho dos EUA. Em entrevista ao Estado, semana passada, McCain já havia criticado os subsídios ao etanol de milho. “É errado impor uma tarifa de US$ 0,54 por galão de álcool brasileiro, que é claramente mais eficiente do que o nosso.”

Com o barril de petróleo próximo dos US$ 140, a energia tornou-se tema central da eleição. Ontem, McCain propôs um prêmio de US$ 300 milhões para quem desenvolver uma nova bateria mais eficiente e barata para carros híbridos ou elétricos. Ele também afirmou que dará incentivos para montadoras que produzirem carros que emitam menos poluentes.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

EUA recriam frota para América Latina

Sérgio Dávila

Folha de S. Paulo, sábado, 26 de abril de 2008


WASHINGTON — A Marinha norte-americana anunciou que está recriando sua Quarta Frota, que será responsável pelos navios, submarinos e aeronaves do país em operação na América do Sul, Cen-tral e no Caribe. A esquadra existiu entre 1943 e 1950 e sua volta agora é uma decisão administrativa, não política, defende o Pentágono.

O anúncio chega num momento em que a atividade militar na América Latina volta a despertar a atenção do mundo. O interesse foi evidenciado por fatos recentes como a ação da Colômbia contra as Farc no Equador, o que os EUA chamam de “corrida armamentista” patrocinada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, e a sugestão do presidente Lula de que seja criado um Conselho Regio-nal de Defesa na América do Sul.

sexta-feira, 14 de março de 2008

ABIM: EUA: urnas eletrônicas não são confiáveis

ABIM nº 979 Março / 2008

Em Cleveland, nas eleições primárias dos EUA, as urnas eletrônicas deviam imprimir um comprovante para os eleitores. Mas 20% deles desapareceram, e ninguém podia garantir em quem esses eleitores tinham votado. Nas primárias de New Hampshire, as urnas eletrônicas falharam centenas de vezes: os votos saltavam de um a outro candidato, ou desapareciam, ou as contagens se interrompiam enigmaticamente. Em Waldenburg, Arkansas, as máquinas zeraram os votos de um candidato que jura ter votado em si próprio. Em Sarasota, Flórida, essas urnas ignoraram 18.000 votantes numa eleição ganha por 400 votos. Diante de tamanha insegurança, o "The New York Times" perguntou a seus leitores se ainda confiam nas urnas eletrônicas. (ABIM)

Divulgue

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