Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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terça-feira, 14 de outubro de 2008

As Viúvas de Stalin e a Crise Americana

Nota: Segundo esse artigo, no governo Carter (democratas) em 1977 foi criado decreto federal que obrigava os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas. Portanto embora o Obama insista em jogar a crise no colo dos republicanos, na realidade, a crise foi gerada pela interferência indevida do poder público, e mais pelos democratas do que pelos republicanos... A crise não constitui falência do capitalismo em si mas foi gerada pela interferência socialista indevida no mercado financeiro...

As Viúvas de Stalin e a Crise Americana
Análise escrita por Cezar Cauduro Roedel, em 08/10/2008.

Longe de ser uma "falha de mercado", o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.

Não demorou para que as "Viúvas de Stalin" fossem propalando suas análises embusteiras sobre a "crise" do subprime americano. Com muita felicidade estampada no rosto davam gargalhadas e seus veredictos intelectualescos, comentando a derrocada do capitalismo, o fim do livre mercado, o modelo americano ruindo em suas próprias contradições...Portanto é necessário fazer alguns esclarecimentos sobre esta crise do mercado imobiliário, que de longe não é nada recente. A pergunta que devemos responder é a seguinte: Esta crise foi realmente gerada por uma "falha de mercado"? Segue o argumento:

1- A origem da crise está ligada com a criação das gigantes hipotecárias, Fannie Mae e Freddie Mac, que recentemente reberam grandes verbas do governo americano. A Fannie Mae foi criada em 1938 pelo governo de Franklin Delano Roosevelt, dentro dos objetivos da política do New Deal.

2- O New Deal previa o acesso de todos os cidadão americanos a casa própria. Mesmo àqueles sem capacidade creditícia, um plano de reestruturação com forte intervenção na economia. Assim, a gigante hipotecária forneceria liquidez ao mercado de hipotecas de alto risco, com a verba do contribuinte americano.

3- As gigantes hipotecárias são instituições paraestatais, não são eminentemente privadas, por isso não estão "a prova do mercado", no sentido puro da expressão.

4- O Governo americano sempre injetou muito dinheiro nestas instituições, que compram as hipotecas de alto risco do bancos americanos, dando assim, acesso aos cidadãos a sua casa própria.

5- Em uma situação de economia de mercado, os Bancos não cederiam empréstimos para pessoas com histórico creditício duvidoso. A economia de mercado prevê que só pode emprestar dinheiro para pessoa que pode honrar a dívida. Então porque os banqueiros cediam estes empréstimos? Veja abaixo:

6- Em 1977, então governo Carter, foi criado o decreto federal (Community Reivestment Act - Decreto de Reinvestimento Comunitário) que "obrigava" os bancos a fazerem os empréstimos aos cidadãos sem capacidade de honrar suas dividas com o aval das gigantes hipotecárias, a juros mais baixos, justamente para que todos tivessem acesso a casa própria. Os bancos que não se adaptassem as essas regras não poderiam fazer fusões, aquisições e novas linhas de negócio, até que provassem ao governo um certo número de empréstimos a estes "maus pagadores".

Longe de ser uma "falha de mercado", o que estamos vivenciando é o resultado de uma política muito antiga de intervenção na economia. Enquanto alguns saem dizendo que o capitalismo falhou, não percebem que a falha veio do governo, de uma política redistributivista e socialista.

(Fonte: http://www.if.org.br/analise.php)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

No Vietnã, católicos tentam impedir demolição das igrejas

Em Hanói, capital do Vietnã, os comunistas tentam demolir igrejas e a própria Nunciatura - aliás, confiscadas há anos - mas os católicos resistem aos milhares dando um testemunho comovedor de fé e coragem.

Veja em http://lourdes-150-aparicoes.blogspot.com um vídeo dessa heróica resistência, feita em torno da Santa Cruz e das imagens de Nossa Senhora das Graças e de Nossa Senhora de Lourdes.

E vejam o vídeo relacionado - sobre a prisão de um jornalista da AP ao fotografar a vígilia de orações dos católicos vietnamitas. Esta é a verdadeira imagem do Vietnã comunista, cujos líderes Lula foi recentemente homenagear:




sábado, 13 de setembro de 2008

Lula-Morales-Chávez no lugar de Marx-Engels-Lenine

Agência Boa Imprensa - Na Bolívia, o encontro entre os presidentes Lula, Evo Morales e Hugo Chávez em Riveralta, na opinião do jornal “Zero Hora” de Porto Alegre, evocou o “culto à personalidade” típico do império soviético.

Tropas desfilaram com bandeiras estampando fotos dos três presidentes. As imagens dos três enchiam um enorme cartaz (foto ao lado), semelhante às enormes pinturas de Marx, Engels e Lenine — sinistros artífices do comunismo — como as que presidiam os desfiles do exército soviético na Praça Vermelha de Moscou (foto abaixo).

Trocando-se Lula, Morales e Chávez por Marx, Engels e Lenine — e substituindo-se o calor amazônico pelo outono russo —, a solenidade de Riveralta e o Dia do Trabalho moscovita guardam semelhanças”, concluiu “Zero Hora”.

(Fonte: Agência Boa Imprensa)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Como o plano de Mao conduz a China

Extraído do blog Pesadelo Chinês:
http://pesadelochines.blogspot.com/

Fonte: Jung Chang e Jon Halliday, “Mao”, Gallimard, Paris, 2005, 843 p.

- O plano da China “superpotência”

“Mao esteve em condições de lançar, em 15 de junho [de 1953] seu plano de industrialização (...). O que Mao cuidava bem de não esclarecer era a natureza essencialmente militar desse plano, a qual iria ficar escondida, e ainda é muito pouco conhecida na China de hoje. A prioridade era dada à indústria das armas, e todos os recursos do país deviam ser consagrados para essa realização. O objetivo de Mao era que a China se tornasse uma superpotência para que quando ele falasse o mundo inteiro ouvisse”. (p. 414)

- Mao: China centro tecnológico e militar da revolução mundial

Mao:“Nós não devemos nos contentar com sermos o centro da revolução mundial, nós devemos nos transformar também no centro militar e tecnológico. Nós devemos armar os outros com armas chinesas, onde estará gravado nosso nome (...). Nós devemos nos tornar o arsenal da revolução mundial”. (p. 610-611)

- Mao e os empresários “úteis” para a Revolução Mundial

“A coletivização da agricultura tornou o regime ainda mais totalitário. Na mesma época, Mao ordenou a nacionalização da indústria e do comércio nas zonas urbanas, a fim de concentrar a integralidade dos recursos para a realização de seu programa. Entretanto, os homens de negócios e os chefes de empresa não foram perseguidos como foram os proprietários agrícolas (...) ‘A burguesia, explicou Mao, é muito mais útil de que os proprietários de terras. Os burgueses possuem savoir-faire e qualidades de administradores’.” (p. 431)

- Plano: China substituindo Rússia na revolução mundial

“Mao previa uma situação na qual, dizia ele, ‘os Partidos Comunistas do mundo inteiro não acreditarão mais na Rússia, mas acreditarão em nós’. A China então poderia se apresentar como ‘centro da revolução mundial’. (...)

A idéia de erigir a experiência chinesa como modelo, enquanto milhões de chineses morriam de fome, poderia parecer uma gagueira.

Mao, entretanto não tinha preocupação alguma, pois confiava nos filtros através dos quais os estrangeiros estavam autorizados a ver e ouvir a China. (...) Quando Mao, em plena fome, se espraiava em mentiras desavergonhadas diante de François Mitterrand ‒ “eu repito, para ser ouvido: não há fome na China” ‒ este engoliu tudo e chegou a escrever a que Mao “não era um ditador”, mas um “humanista”.” (p. 500-501).

- Ambição suprema: dominar o mundo e unificá-lo sob sua bota

“A ambição suprema de Mao era dominar o mundo. Em novembro de 1968, ele confidenciava a Edward Hill, chefe do partido maoísta australiano:

“’No meu ponto de vista, seria preciso unificar o mundo (...). No passado, muitas pessoas, especialmente, os mongóis, os romanos, (...) Alexandre Magno, Napoleão e o império britânico tentaram fazê-lo. Nos nossos dias, os Estados Unidos e a União Soviética quereriam os dois consegui-lo. Hitler queria unificar o mundo (...). Mas, todos fracassaram. Entretanto, me parece que há uma possibilidade que não desapareceu (...). No meu ponto de vista, podemos ainda unificar o mundo’. (...)

“Os argumentos que ele apresentava repousavam unicamente no tamanho da população chinesa (...)”.

“Para açular esta ambição planetária, Mao lançou-se em 1953 no seu programa de industrialização e de armamento, queimando etapas e assumindo riscos consideráveis no domínio nuclear. Neste sentido, o episodio mais assombroso aconteceu quando, o 27 de outubro de 1966, um míssil balístico munido de uma ogiva nuclear foi disparado por cima do noroeste da China e percorreu oito centos quilômetros sobrevoando várias cidades bastante importantes. Era a primeira vez que um país ousava uma experiência desta natureza, com o acréscimo de que o foguete era conhecido pela falta de fiabilidade, o que pôs em perigo de morte todas as populações que se encontravam na sua trajetória. Três dias antes, Mao em pessoa disse ao responsável de proceder ao lançamento, e que em caso de fracasso ele assumiria a responsabilidade.

“Quase todas as pessoas engajadas no projeto esperavam uma catástrofe, e o pessoal da sala de controle achou que tinha chegado sua última hora. (...) Nesse caso, o ensaio foi um sucesso, e apressou-se em atribuí-lo ao ‘pensamento’ de Mao (...). Na realidade, foi um puro golpe de sorte. Todos os ensaios posteriores fracassaram pois o míssil se pôs a girar furiosamente sobre si próprio logo após ter decolado. (p. 609-610)”

- Mao: prazer com a bomba atômica

“Mao foi o único chefe de Estado do mundo que saudou com festividades a nascença desta arma de destruição massiva. Em privado, ele compôs dois versos de má qualidade: Bomba atômica explode quando lhe é dito de explodir. Ah, que alegria inefável! (p. 526)

- Genocídio para forçar a industrialização e o triunfo da revolução mundial

“Perto de trinta e oito milhões de pessoas morreram de fome ou de exaustão no curso dos quatro anos que durou o ‘Grande Salto avante’. Esta cifra, Liu Shao-Chi ele próprio, número dois de Mao, a confirmou (...)

“Esta fome foi a pior do século XX ‒ e até de toda a História. Mao causou conscientemente a morte de essas dezenas de milhões de pessoas esfomeando-as e as esgotando pelo trabalho. (...)

“Para dizer tudo, Mao previra um número de vítimas mais considerável ainda. Ainda que o 'Grande Salto' não tivesse por outro objetivo que eliminar chineses, Mao estava pronto para que houvesse hecatombes e fez entender aos dirigentes que eles não deveriam se mostrar chocados se aconteciam.

“No Congresso de 1958, no qual foi dada a partida do ‘Grande Salto’, ele explicou a seu auditório que se pessoas morriam em conseqüência da política do Partido, não seria preciso se assustar, mas de se regozijar. (...)

“A morte é verdadeiramente uma causa de regozijo (...). Dado que nos acreditamos na dialética, nos não podemos não ver nela senão um benefício”.
“Esta filosofia, ao mesmo tempo despachada e macabra foi transmitida de degrau em degrau até os dirigentes de base. (...)

“Nós estamos dispostos a sacrificar 300 milhões de chineses pela vitória da revolução mundial” declarou em Moscou em 1957, ou seja, a metade da população de então. Ele o confirmou diante do Congresso do Partido, o 17 de maio de 1958: “Não façam, pois, tantas histórias a propósito de uma guerra mundial. Na pior das hipóteses, ela causará mortes (...) a metade da população desapareceria (...) a melhor das hipóteses é que uma metade da população fique com vida, se não pelo menos um terço...”

“Mao não pensava somente na guerra. Em 21 de novembro de 1958, evocando diante de seus conselheiros mais próximos, os projetos que exigiriam mão de obra enorme, como as campanhas de irrigação e o fabrico de aço, ele declarou, reconhecendo de modo implícito e quase boçal que os camponeses que não tinham o quê comer deviam se matar no trabalho: “Trabalhando desse modo, em todos esses projetos, a metade dos chineses deverão tal vez morrer. Se não é a metade, será tal vez um terço, ou um décimo ‒ digamos 50 milhões de pessoas”. (p. 478-479)

- A Revolução Cultural e a extinção da milenar cultura chinesa

“No fim de maio de 1966, Mao montou um novo organismo, o “Grupo restrito da Revolução cultural”, encarregado de organizar a purga. (...)

“Em junho, Mao estendeu o terror ao conjunto da sociedade, fazendo dos jovens que freqüentavam escolas e universidades seus instrumentos primeiros.

“Os estudantes foram encorajados a atacarem os professores e a todas as pessoas encarregadas de sua educação, com o pretexto de que uns e outros lhes tinham deformado o espírito com suas “idéias burguesas” (...) as primeiras vítimas foram os mestres e o pessoal administrativo dos estabelecimentos escolares porque eram eles que instilavam a cultura...

“Em 2 de junho, colegiais de Pequim afixaram um cartaz assinado por um nome impactante: “os guardas vermelhos” ...

“A prosa estava salpicada de fórmulas agressivas “A baixo os ‘bons sentimentos’!”, “Nós seremos brutais!”, “Nós vos derrubaremos e vos esmagaremos aos nossos pés!”. Mao tinha semeado o ódio e ia recolher os frutos desencadeando os piores instintos dos adolescentes que constituíam o elemento mais maleável e mais violento da sociedade”. (p. 556-557)

- Desprezo da vida de milhões para lograr seus objetivos

“A fome que grassou em toda a China de 1958 até 1961 [N.R.: “Grande Salto avante”] atingiu seu ponto culminante em 1960. Naquele ano, as próprias estatísticas do regime indicam que o consumo médio de calorias por dia caíra a 1.534,8.

“Segundo um dos grandes apologistas do regime comunista, Han Suyin, as donas de casa nas aldeias tinham direito, no máximo, a 1.200 calorias por dia em 1960.

“A título de comparação: em Auschwitz, os deportados condenados a trabalhos forçados recebiam diariamente entre 1.300 e 1.700 calorias; eles trabalhavam por volta de onze horas por dia, e a maioria dos que não conseguiam achar um pouco mais de alimento morriam no espaço de alguns meses.

“Durante a fome, o canibalismo fez sua aparição. (...) Durante esse tempo, havia de sobra para comer nos armazéns do Estado, sob custodia do Exército. Deixava-se mesmo apodrecer certos produtos. (...) Uma ordem vinda do alto dizia: “Proibição de abrir a porta do armazém, ainda que a população esteja morrendo de fome” (p. 477)

- Extinguir a cultura e preparar a futura geração de líderes da China

“Depois das escolas, Mao ordenou aos guardas vermelhos espalhar o terror na própria sociedade (...). Em 18 de agosto, Lin Biao, do alto da porta Tienanmen, com Mao a seu lado, exortou os guardas vermelhos de todo o país a “acalcarem as quatro velharias ... o velho pensamento, a velha cultura, as velhas vestimentas e os velhos costumes”. Os jovens atacaram antes de tudo as lojas ... Tudo isso não era ainda suficiente para Mao. ‘Pequim não afundou suficientemente no caos (...) Pequim é civilizado de mais’, declarou ele o 23 de agosto. ...

“A fim de espalhar o medo no mais fundo do país, Mao encorajou os jovens predadores a lançar operações punitivas contra pessoas cujo nome e endereço eram fornecidos pelas autoridades (p. 561)

“Durante o verão de 1966, os guardas vermelhos devastaram todas as cidades sem exceção, grandes e pequenas, e algumas zonas rurais. Possuir livros ou o que quer que fosse que pudesse ser associado com a cultura era perigoso (...)

“Mao conseguiu assim limpar os lares de todo sinal de civilização. Quanto ao aspecto das cidades, ele atingiu seu objetivo de longa data, que era tirar da vista de seus súbditos os vestígios do passado. Um grande número de monumentos históricos que tinham sobrevivido até lá à aversão geral, foram destruídos. Em Pequim, dos 6.843 que ainda estavam em pé em 1958, 4.922 foram reduzidos a pó.” (p. 563).

- O crime de massa ensinado às bandas de facínoras exaltados

“As autoridades organizaram “demonstrações de chacinas modelo”, a fim de explicar às pessoas como dar a morte com um máximo de crueldade e, por vezes, a polícia supervisionava a carnificina. Nesse clima de horror, uma forma política de canibalismo fez aparição em numerosas partes do interior, particularmente no condado de Wuxuan, onde um inquérito oficial, diligenciado após a morte de Mao, contou 76 vítimas.

“Tudo começava geralmente numa manifestação de denúncias, esse grande clássico da era maoísta. A seguir, as vítimas eram massacradas e os pedaços seletos de sua anatomia ‒ coração, fígado, e às vezes, o órgão sexual ‒ lhes eram tirados, por vezes, antes mesmo de os infelizes entregarem a alma, e cozidos no local para serem comidos no curso de ágapes batizados ‘banquetes de carne humana’” (p. 587).

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Discurso de Raúl frustra expectativas

O Estado de S. Paulo, segunda-feira, 28 de julho de 2008

O presidente cubano, Raúl Castro, frustrou no sábado à noite as expectativas de anúncio de novas reformas econômicas. No discurso durante as celebrações do aniversário do assalto ao Quartel Moncada — a primeira ação armada de grande porte da Revolução Cubana —, Raúl restringiu-se a alertar os cubanos para que se preparem para mais austeridade. “Acreditava que eles nos ofereceriam algo novo, mas o que o presidente fez foi repetir as mesmas coisas que têm sido ditas há anos”, disse o aposentado Antonio Rodríguez. No ano passado, na mesma data nacional, Raúl fez os primeiros anúncios de que promoveria mudanças para melhorar a produtividade no país.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Governo chinês bloqueia blog conservador brasileiro!

Nenhum internauta de Pequim ou Shangai pode acessar 'Pesadelo chinês'. Esse blog aponta a repressão religiosa e política socialista chinesa, suas espantosas políticas anti-vida, o trabalho escravo e os prejuízos econômicos que a China causa ao Brasil.

Veja na íntegra, os resultados dos testes e as matérias que Pequim quer proibir na China em http://pesadelochines.blogspot.com/

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Último capítulo

O Globo, quinta-feira, 1º de maio de 2008

Exames de DNA realizados por um laboratório nos Estados Unidos confirmaram que ossos en-contrados na Rússia em 2007 são do príncipe Alexei e da princesa Maria, dois dos cinco filhos de Nicolau II, o último czar russo, assassinado pelos bolcheviques, junto com toda a família, em 1918.

Durante décadas, o destino da família imperial russa alimentou a imaginação de milhares de pessoas em todo mundo, já que existiam rumores de que um dos Romanov pudesse ter sobrevivido ao pelotão de fuzilamento.

Maria e Alexei eram os únicos que ainda não haviam sido comprovadamente identificados.

— Finalmente encontramos toda a família real — declarou o governador da região de Sver-dlovsk, Eduard Rossel, em entrevista coletiva realizada em Yekaterimburgo, cidade onde o czar foi assassinado pelos bolcheviques.

Divulgue

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