Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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sábado, 26 de abril de 2008

Líder muçulmano proclama que Roma será logo conquistada pelo Islã.

DENVER, 15 Abr. 08 / 07:00 pm (ACI).- Conforme informa CatholicNewsAgency.com, Yunis ao-Astal disse aos seus ouvintes o seguinte: "muito em breve, pelo Alá, Roma será conquistada, assim como foi Constantinopla, como foi profetizado por nosso profeta Maomé. Hoje, Roma é a
capital dos católicos, ou a capital dos cruzados, que declarou sua hostilidade ao Islã".

Este discurso breve foi transmitido pela cadeia do Hamas, À-a Aqsa TV. Nela Yunis ao-Astal disse que Roma se converterá em "um posto avançado para as conquistas do Islã, que se estenderá na Europa por completo, e logo chegará às América, e inclusive à Europa do Este".

"Alá os escolheu para ele e para a sua religião, para que sirvam como motor que mova a sua nação para a fase de sucessão, segurança e consolidação do poder e inclusive para conquistar mediante o dá'wa e as conquistas militares das capitais do mundo inteiro", prossegue a arenga do membro do Hamas.

Em opinião do Yunis ao-Astal, Roma "plantou os irmãos de símios e porcos na Palestina para acautelar o despertar do Islã". "Acredito que nossos filhos, nossos netos, herdarão a nossa jihad (guerra Santa muçulmana) e os nossos sacrifícios e, pelo Alá, os comandantes de nossa conquista estarão entre eles", acrescentou.

"Hoje, semeamos estas sementes em suas almas e por meio das mecas e os livros do Corão, e a história de nossos profetas, seus companheiros e os grandes líderes, os preparamos para amissão de salvar a humanidade do fogo do inferno a bordo do qual se encontram", continuou.

Segundo FOX News, ao-Astal encorajou em junho de 2007 as mulheres a martirizar-se: "Quando a jihad se converte em um dever individual, também se aplica às mulheres, porque as mulheres não diferem dos homens quando se trata de deveres individuais", disse em uma entrevista em 23 de junho.

Para ver o vídeo do Yunis Ao-Astal, (com subtítulos em inglês) entre em
http://www.memritv.org/clip/en/1739.htm

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Temores da Europa

O Globo, sexta-feira, 21 de março de 2008

Temores da Europa
Ancelmo Gois

Ontem, no Rio, o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, contava a um amigo quais são hoje os três maiores temores da Europa. A saber: o fundamentalismo islâmico, a China e a arrogância russa.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Famoso ex-muçulmano batizado pelo Papa pede a conversos "sair à luz"

Magdi Allam - Famoso ex-muçulmano batizado pelo Papa pede a conversos "sair à luz"

ROMA, 24 Mar. 08 / 12:00 am (ACI).- Um dia depois de ser batizado pelo Papa Bento XVI durante a Vigília Pascal, Magdi Allam, um famoso jornalista italiano agora ex-muçulmano, escreveu uma carta a seu jornal chamando os conversos como ele do islamismo ao catolicismo, a sair à luz publicamente; e à Igreja a ser "menos prudente" para converter a outros muçulmanos.

Allam, um egípcio de 55 anos agora católico, é o subeditor do conhecido jornal italiano Corriere della Sera. Em sua trajetória, este jornalista defendeu em 2006 ao Papa quando pronunciou o discurso em Regensburgo, Alemanha, que muitos muçulmanos interpretaram como uma perspectiva que mostra ao Islã como violento. Além disso, suas críticas às bombas suicidas palestinas em 2003, valeram-lhe várias ameaças de morte pelo qual o governo italiano lhe proporcionou proteção policial.

Em sua "carta ao editor" publicada ontem pelo Corriere della Sera, Allam explica que foi um encontro com o Santo Padre o que lhe permitiu "ver a luz, por graça divina, como um saudável e amadurecido fruto de um longo processo". Sua decisão se tornou em "uma meditação profunda e interna que não podia evitar, considerando que, por cinco anos, vivi uma vida couraçada", se referiindo à proteção policial.

"Ontem foi o dia mais formoso de minha vida, quando escolhi o nome mais simples e mais explícito. Desde ontem meu nome é Magdi Christian (cristão) Allam", escreveu.

Ao explicar as etapas de sua conversão, Allam indicou que "em algum ponto tive que tomar ações" depois de descobrir que "as raízes do mal são intrínsecas ao Islã que fisiologicamente é violento e historicamente conflitivo".

O agora católico agradece por "abraçar aos altos prelados da grande humanidade", menciona entre estes ao Cardeal Tarcisio Bertone e "especialmente ao Bispo Rino Fisichella (Bispo Auxiliar de Roma e Presidente da Pontifícia Universidade Lateranense) quem pessoalmente me guiou no caminho espiritual para aceitar a fé".

Para Allam, o fator mais decisivo foi seu encontro com o Papa "a quem admirei e defendi, como muçulmano, por seu brilhantismo ao apresentar o indissolúvel laço entre fé e razão como o alicerce da religião verdadeira".

Deste modo elogiou ao Santo Padre por aceitar "me dar pessoalmente os sacramentos", dando assim "uma explícita e revolucionária mensagem à Igreja que até o momento foi muito prudente quanto ao tema da conversão de muçulmanos".

Dirigindo-se ao editor do Corriere della Sera, Paolo Mieli, Allam lhe diz que "meerguntaste se temo pela minha vida. Está certo. Sou ciente do que vou enfrentar, mas confrontarei meu destino com a cabeça em alto, com as costas erguidas e a força interior daquele que está seguro de sua fé".

Em opinião de Allam, na Itália "há milhares de conversos do Islã que são obrigados a esconder sua nova fé". Além disso expressa sua esperança de que estes ex-muçulmanos "a partir do histórico gesto do Papa e meu testemunho, convençam-se de que chegou a hora de sair das sombras das catacumbas".

Para Yahya Pallavicini, um católico italiano que se converteu ao Islã e que é agora vice-presidente da comunidade muçulmana na Itália, o batismo de Allam o deixou "perplexo". "Se Allam em realidade estava animado por uma forte inspiração espiritual, talvez tivesse sido melhor fazê-lo (batizar-se) delicadamente, possivelmente com um sacerdote de Viterbo, onde mora", disse Pallavicini à agência ANSA.

Divulgue

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