Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Moral católica e combate à Aids


Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

A interpretação geral da mídia foi de que a Igreja mudou sua posição e agora permite o uso desses pseudo-profiláticos, em certos casos. Alguns teólogos e dignitários eclesiásticos de alto nível adotaram a mesma posição, causando confusão entre os católicos.

Obviamente, tais posições são injustificáveis do ponto de vista da Moral natural e da doutrina católica.

Baseado nos princípios tradicionais da Moral católica e da Lei natural, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) formulou algumas considerações a respeito das implicações morais do uso do preservativo, levando previamente em conta o que dizem a ciência e a experiência quanto aos resultados de tal uso.

Clique aqui e leia o texto no site do IPCO.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Jesus é ‘entronizado’ em povoado da Lituânia

YahooNews, terça-feira, 29 de dezembro de 2009


AFP - Vilnius — Em tempos de crise, a pequena cidade de Salcininkai, na Lituânia, decidiu entregar seu destino a Jesus Cristo, com um ato de entronização.

“Entronizar Jesus Cristo como rei de nossa cidade é declarar, solenemente, que ele é nosso soberano e protetor”, disse o prefeito da cidade, Zdzislav Palevic, citado pela agência de notícias BNS.

“Durante este período difícil, quando a crise atinge todo o mundo, o papel de Jesus é importante não apenas para a vida das pessoas, mas também para a vida política e cultural”, proclama o ato de entronização, adotado por unanimidade pela Câmara local.

Na verdade, Salcininkai seguiu os passos de Vilnius, a primeira cidade da Lituânia a entregar seu destino.

A Lituânia, uma ex-república da URSS que obteve sua independência em 1990, é um estado laico, mas a religião católica é parte essencial da vida do país.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Criacionismo versus Evolucionismo - Entrevista concedida pela Lepanto

Entrevista que a Frente Universitária e Estudantil Lepanto concedeu à repórter Tatiana Sabadini do Correio Brasiliense, em junho deste ano, para auxiliar em sua matéria sobre o tema Criacionismo versus Evolucionismo. Segue abaixo nossas respostas para conhecimento dos leitores.

Para ler a matéria publicada pela repórter, acesse:
https://www.correioweb.com.br/

OBS: Não há, no artigo publicado, nenhum dos nossos argumentos.

Tatiana Sabadini: A discussão entre criacionismo e evolucionismo é antiga. Por que para a sociedade científica é tão difícil aceitar as idéias criacionistas?

Lepanto: Trata-se de um preconceito. Com o avanço da ciência, sobretudo na área da biologia, bioquímica, da genética, e diversas outras, inúmeros são os cientistas, das mais famosas universidades do mundo, que já não aceitam o darwinismo, ou pelo menos muitos de seus pressupostos. É claro. Darwin não conhecia o DNA; ele não conhecia muitas das organelas celulares que hoje até uma criança pode ter acesso.

Mas não é só isso. Como que por definição, o darwinismo não pode ser considerado científico. Por quê? Porque ele não parte da observação da realidade para depois chegar a uma conclusão. A raiz do evolucionismo está em uma elucubração que sustenta que a partir de pequenas alterações (mutações) passamos da "não-vida" para a "vida inteligente" e que o princípio primordial dessas mudanças é a sobrevivência do mais forte. Isso através de sucessivas etapas que nunca foram cientificamente demonstradas.

Muitos são os cientistas que, querendo aprofundar o evolucionismo, acabaram por mudar de posição. É o caso, por exemplo, do Professor Michael Behe phD, da Universidade de Lehigh. Estudando a bioquímica, ele percebeu que a teoria da Seleção Natural, base do darwinismo, ia contra as novas descobertas da bioquímica. Isto é, partindo de dados da ciência, ele chegou à conclusão que só uma Inteligência poderia ter desenhado a maioria das estruturas vivas do planeta.

Tatiana Sabadini: A teoria da evolução descrita por Darwin é realmente possível? Ela pode ser complementada pela teoria da criação?

Lepanto: É fato que existe um certo tipo de evolução dentro de uma mesma espécie. Mas Darwin não conseguiu demonstrar a evolução de uma espécie que dê origem a outra espécie. O elo até hoje está perdido... A teoria da evolução é, como o nome indica, apenas teoria.

A teoria de Darwin é muito restrita, basta uma só falha no sistema para todo seu edifício desmoronar como um castelo de cartas. O próprio Darwin assim o admitiu, quando disse no seu livro A Origem das Espécies: "Se se pudesse demonstrar que existe algum órgão complexo que não tenha sido possivelmente formado por modificações numerosas, sucessivas e pequenas, minha teoria simplesmente cairia por terra". É o que tem provado largamente a corrente de cientistas do "Intelligent Design" (Desenho Inteligente).

Esses cientistas têm demonstrado que inúmeros órgãos vitais, organelas das células, funções tais como a visão, etc., de nenhum modo poderiam ter sido formadas por modificações "numerosas, sucessivas e pequenas". (cfr. A caixa preta de Darwin, Michael Behe, Nova York, Free Press, 2006)

Também no que diz respeito às mutações, os dados científicos atuais são cada vez mais claros de que elas são nocivas aos organismos.

Ao contrário do evolucionismo que parte da "não-vida" (do vazio, por assim dizer), o Criacionismo sustenta que é preciso que um Ser superior tenha criado cada espécie. Seria absurdo, do ponto de vista racional, sustentar que um ser inferior pudesse gerar outro ser de uma espécie superior e mais complexa. Isso, que está no fundamento do evolucionismo, é racionalmente absurdo e nunca foi demonstrado cientificamente.

Tatiana Sabadini: Você acredita que seja possível misturar as crenças religiosas nas pesquisas científicas sobre a criação do mundo?

Lepanto: A Fé e a Razão não devem ser vistas como excludentes ou contraditórias, mas sim como complementares. A ciência moderna se baseia no empirismo, na capacidade de medir, experimentar, quantificar dados. Mas a ciência, entendida em seu sentido mais amplo, não se restringe a isso, tanto que hoje temos as "ciências humanas" em todas as universidades, onde o caráter científico é derivado de um método e não necessariamente de uma experiência.

No que diz respeito à religião, é preciso distinguir. Existem "crendices" que acabam se tornando religiões supersticiosas, onde a ciência não tem lugar. Mas, no que diz respeito à religião católica, isso não se aplica. A fé não deriva de um sentimentalismo superficial, mas de uma convicção profunda, onde a razão e a ciência também estão presentes. A Fé, a razão e a ciência devem andar juntos.

Por exemplo: se a Ciência prova que tem que haver um Ser Inteligente que tenha criado tudo, é a Religião que tem os meios de dizer quem é esse Ser. É o que a Igreja Católica faz: ela usa dados da razão, da lógica e da Revelação e afirma: esse Ser é Deus. E depois continua seu estudo, e mostra quais as características de Deus. Não é crendice: é lógica, razão, estudo e convicção.

Ao contrário do Criacionismo, que não exclui a filosofia, a metafísica, a lógica e a ciência; e, com esses instrumentos do conhecimento humano pode chegar a noções muito mais profundas sobre a origem da vida, o evolucionismo, por se pretender "científico" (isto é, experimental) acaba esbarrando em um problema que é também um paradoxo, já que não há como recriar a "experiência" primeira por onde se teria iniciado a vida. O evolucionismo acaba padecendo do problema que vê no Criacionismo e se tornando uma espécie de religião, onde a "fé" é anterior à comprovação dos fatos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Show de "Madonna" - Proteste contra blasfêmia na Polônia

Prezados,

A cantante americana “Madonna” fará um show no aeroporto de Varsóvia, no dia da festa da Assunção de Nossa Senhora, 15 de Agosto, e também festa de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira do país.

A revista escandalosa polonesa “Machina” publicou na sua capa um escárnio de Nossa Senhora de Czestochowa com o dizer: “Não há lugar para duas rainhas na Polônia”.

Se isso ocorrer num país tão católico, amanhã não poderá ser tentado no Brasil?

O Sr., a Sra., já imaginaram um show blasfemo de “Madonna”, por exemplo, no aeroporto internacional de São Paulo, Rio de Janeiro ou outra capital brasileira, para debicar de Nossa Senhora Aparecida, no dia de sua festa?

Católicos de todo o mundo estão se unindo aos católicos poloneses que, dentro do estrito respeito da lei, solicitam às autoridades polonesas que impeçam essa blasfêmia coletiva a Nossa Senhora.

É preciso nós, católicos brasileiros, fazermos sentir que na Terra de Santa Cruz nenhuma tentativa nessa linha será aceita.

No Brasil já começaram os protestos. Mande também seu protesto de católico e de brasileiro!

Visite o blog Luzes de esperança http://luzesdeesperanca.blogspot.com/ , lá encontrará os endereços e uma mensagem de protesto, que cada um poderá editar ou completar segundo ache melhor. Com um simples clique o Sr., a Sra, poderão poupar essa ofensa a Nossa Senhora que é nossa Mãe!

Para participar, clique no link abaixo:

http://luzesdeesperanca.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Entrevista com Dom Schneider sobre a Sagrada Comunhão

D. Athanasius Schneider, O.R.C., Bispo Auxiliar de Karaganda no Cazaquistão, nasceu em 1961, no Quirguistão (Ásia Central), para onde seus pais haviam sido deportados e onde foram obrigados a trabalhos forçados. Desde antes de sua sagração episcopal (2-6-2006) tem se empenhado também na construção de uma Catedral em Karaganda que pretende dedicar a Nossa Senhora de Fátima, querendo assim prestar à Virgem Santíssima o seu reconhecimento pela ajuda celeste obtida para os habitantes daquelas paragens.

No presente vídeo, Sua Excelência narra fatos edificantes e nos dá uma atualização da sua obra "Dominus Est" (publicado em sua versão original em italiano pela Libreria Editrice Vaticana em janeiro de 2008).

Em Portugal, foi publicada em setembro de 2008 pela Ed. Caminhos Romanos-Unipessoal Ltda., Porto (para informações ac.azeredo@hotmail.com). E no Brasil foi lançada no mês de maio 2009 pela Editora Raboni (http://www.raboni.com.br).

Veja abaixo a entrevista de D. Schneider dado ao Gloria.TV em português:

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Canonização de Dom Nuno Álvares Santo, guerreiro e monge

Dom Nuno Álvares Pereira reuniu em si o conjunto de virtudes e predicados que fazem dele o arquétipo de qualquer cristão.

Frei Nuno de Santa Maria — seu nome religioso — é um personagem indivisível, e como tal deve ser visto.

Sobre este homem pousou, desde cedo, a mão da Providência. A sua vida foi uma sucessão contínua de prodígios e de lutas; e as suas ações, quer como condestável dos exércitos, quer como grande esmoler, foram aureoladas pela glória e humildade.

Corria o ano de 1360. Na festa de São João Batista, a 24 de junho, nasceu ele em Cernache do Bonjardim (140 quilômetros a norte de Lisboa), recebendo no Batismo o nome de Nuno. Descendia por ambos os lados da mais alta nobreza de Portugal.

Com tenra idade, como era hábito naquele tempo, foi viver entre cavaleiros e escudeiros. Os grandes feitos da cavalaria medieval povoavam os horizontes dos jovens da época. A Crônica do Condestável está repleta desses relatos.

Recebera em casa uma esmerada educação e sólida formação cristã. Ambas, aliadas à retidão de alma de Nuno, produziram efeitos duradouros que hoje nimbam a imagem do Condestável, cujo culto universal a Igreja Católica legitimará com a sua canonização.

Aos 13 anos acompanha o pai à Corte, que se achava em Santarém, uma vez que Henrique II de Castela invadira Portugal e marchava sobre Lisboa. Ele e o irmão Diogo recebem do Rei Dom Fernando de Portugal a ordem de colher informações sobre os invasores.

Desincumbem-se da tarefa com brilho. Dom Fernando toma Diogo para seu serviço, e Nuno, a quem foram dispensadas as cerimônias de praxe, é logo ali armado cavaleiro. Começa então a sua carreira de armas, e talvez seja esta a faceta mais incompreendida do Condestável para o homem contemporâneo, intoxicado que está pelos miasmas do pacifismo.

Nuno Álvares seguiu estritamente os princípios da cavalaria medieval — defender a fé, servir o rei e a honra das mulheres, estender a mão aos oprimidos. Fez sempre uso ponderado das armas, e nisso residia a razão da sua força. A procura da justiça era, para o santo Condestável, o fim último.

A crise que desembocará na batalha de Aljubarrota, na qual o gênio militar de Nuno Álvares resplandece, começa a emergir.

Entram em foco questões dinásticas delicadas, para além do fato de que, embora o Rei Dom Fernando tivesse obtido uma reconciliação de circunstância com o rei de Castela, contra quem guerreara, as desconfianças mútuas não se tinham dissipado e a situação ficara mal resolvida. Uma forte noção de identidade ia tomando conta de Portugal perante a ameaça castelhana, como se pode depreender dos escritos do cronista Fernão Lopes.

Paralelamente a esses acontecimentos emergira, em 1378, o tristemente célebre cisma do Ocidente. Em Portugal, o povo e o clero mantiveram-se fiéis ao Pontífice Romano, representante da legítima sucessão apostólica. Os castelhanos, no entanto, apoiaram o Papa de Avinhão, denominado “anti-papa”. Uma nova vertente, a religiosa, soma-se assim à crise. Na época, lutar contra os castelhanos torna-se a defesa do verdadeiro Papa contra os cismáticos.

Dom Nuno Álvares, pressentindo a ocupação próxima do trono de Portugal pelo rei de Castela, pôs-se a caminho de Lisboa acompanhado dos seus escudeiros. A morte em fins de 1383 do Conde Andeiro, amante de Dona Leonor Teles, precipita os acontecimentos.

Assume então o Mestre de Aviz, Dom João, Regedor e Defensor do Reino. Ao formar o seu Conselho de Governo, chama Nuno Álvares a tomar parte. Nas províncias, a insurreição vai ganhando terreno. Lisboa é cercada pelo rei de Castela. A sublevação estende-se a todo o Reino.

Dom João, Mestre de Aviz, envia o Condestável para defender as fronteiras no Alentejo. Com apenas 24 anos, derrota os invasores na batalha de Atoleiros, a 6 de abril de 1384. Ali agradece a Deus e à Santíssima Virgem por ajudarem no estabelecimento da justiça, “porque todo o vencimento é em Deus, e não nos homens”.

Em setembro de 1384 é levantado o cerco de Lisboa. Em Coimbra, as Cortes reúnem-se em abril-maio de 1385 para pôr cobro à questão dinástica. Dom João I é aclamado rei por unanimidade. Nuno Álvares é nomeado Condestável, chefe supremo do exército português. Contudo, o mais difícil ainda não chegara. O exército castelhano, agora bem apetrechado de homens e armas, vem tomar desforra.

Era domingo, 13 de agosto de 1385. O Condestável faz o reconhecimento do terreno, perto de Aljubarrota (20 quilômetros a sul da cidade de Leiria), ouve missa e comunga, depois retira-se em oração.

A batalha dá-se na véspera da festa da Assunção de Nossa Senhora, dia 14. Segundo os cronistas, do lado português estão, juntamente com os arqueiros ingleses, 7.700 homens; do lado castelhano são mais de 30.000. Ainda de acordo com os cronistas, mal despontara a aurora, iniciam-se os combates da batalha de Aljubarrota, que foi fulminante, tendo o exército castelhano deixado o solo juncado de mortos e feridos.


O Condestável respeitou as regras da cavalaria e permaneceu três dias à espera do exército invasor. Decorreram 26 anos até a assinatura do tratado de paz, em 1411. Ainda no rescaldo de Aljubarrota, travou-se a batalha de Valverde, nas proximidades de Mérida, em outubro de 1385, onde os castelhanos sofreram nova derrota.

Como penhor de gratidão pela vitória em Aljubarrota, Dom João I e o Condestável mandam construir um mosteiro em honra de Santa Maria da Vitória, mais conhecido como Mosteiro da Batalha, preciosa jóia da arquitetura gótica flamejante e um dos mais belos complexos monacais da Europa. .

Tendo entrado cedo na carreira das armas, logo após, aos 16 anos, Nuno Álvares contrai núpcias com Dona Leonor Alvim. Desse casamento, interrompido prematuramente pela morte da mulher, nasceu Dona Beatriz, que se casou com o 1º Duque de Bragança, filho bastardo de Dom João I. Pelo grande dote que deu à filha para o enlace matrimonial, é considerado o fundador da Sereníssima Casa de Bragança, cujos reis reinaram em Portugal de 1640 a 1910; e no Brasil independente, de 1822 a 1889.

A faceta de chefe militar do Condestável vai chegar até África, onde desembarca com os exércitos do rei na decisiva tomada de Ceuta, em 1415.

Entre os períodos de paz que se seguiram, Nuno Álvares dedica-se à edificação e restauro de igrejas e capelas por todo o Reino. Fidalgo de muitos haveres, vai distribuindo pelos seus próximos e pelos pobres os bens que acumulara nesta Terra.

Na sua longa vida de soldado, jamais permitiu que os seus comandados ofendessem ou profanassem templos cristãos, ultrajassem os sacramentos ou pilhassem os bens da Igreja. A sua retidão, em matéria muito sensível, era tão direita quanto o fio duma espada.

No entanto, sobre esta alma de eleição parecia ecoar a voz do Salmista (60, 2-3): “Escutai, ó Deus, o meu clamor, atendei a minha oração. […] Dos confins da Terra grito por Vós, com o meu coração desfalecido”. Consciente de que esta vida não é senão uma preparação para a outra, que é a das bem-aventuranças eternas, Nuno Álvares vai recolher-se no convento do Carmo, em 1423.

A procura da transcendência e do Absoluto, que é o nosso Deus Uno e Trino, encherá a sua alma sedenta até o último suspiro. Professará como irmão carmelita e se tornará o paladino da autêntica caridade cristã, distribuindo esmolas e ajudando os mais necessitados.

Em 1431, com 71 anos incompletos, entrega a sua alma ao Redentor. Na igreja do Carmo, sobre a campa rasa, lia-se em latim: “Aqui repousa aquele Nuno, Condestável, fundador da Casa de Bragança, chefe militar exímio, depois monge bem-aventurado, o qual, sendo vivo, desejou tanto o Reino do Céu que mereceu, depois da morte, viver eternamente na companhia dos santos; pois, de seguida a numerosas recompensas, desprezou as pompas e, fazendo-se humilde, de príncipe que era, fundou, ornou e dotou este templo”.

Depois de muitos percalços históricos, sobretudo devido ao terremoto de 1755, que devastou Lisboa e a igreja do Carmo, os seus restos mortais repousam, desde 1951, na igreja do Santo Condestável na capital portuguesa.

Nuno Álvares Pereira, santo Condestável, Frei Nuno de Santa Maria –– três nomes, três facetas de um só homem.

Beatificado por Bento XV em janeiro de 1918, será canonizado por Bento XVI em 26 de abril de 2009. Para a Ordem Carmelita, é mais uma estrela que brilhará na constelação dos santos que honram os seus altares.

(Fonte: José Narciso Barbosa Soares; "Catolicismo", abril de 2009)

domingo, 8 de março de 2009

Escândalo forjado para relançar o aborto no Brasil

Bastou que o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, relembrasse o que todos sabiam ‒ i. é, que as pessoas engajadas num aborto provocado ficam excomungadas segundo o Direito Canônico ‒ que começou uma gritaria concertada dos abortistas que fingem nada saberem da religião católica.

O caso se prestava para a demagogia abortista: uma menina de apenas 9 anos, concebeu de um padrasto que abusou dela.

O crime repugnante não suscitou indignações proporcionadas. A fim de contas, o abortismo, o “vale tudo”, o “proibido proibir”, o “inventem perversões sexuais novas” da Revolução de Maio de 68, formam uma coisa só.

O rasgar de vestiduras foi quando o arcebispo de Olinda relembrou o que todos os abortistas estão fartos de tripudiar: os que assassinam uma criança no ventre materno caem fora da Igreja, na mesma hora de praticar o ato infame.

“A lei de Deus está acima de qualquer lei humana. Então, quando uma lei humana, quer dizer, uma lei promulgada pelos legisladores humanos, é contrária à lei de Deus, essa lei humana não tem nenhum valor”, esclareceu o arcebispo de Recife.

Todas as pessoas que participaram do aborto, com exceção da mãe-criança, não pertencem mais à Igreja. “Para incorrer nessa penalidade eclesiástica, é preciso maioridade”, acrescentou D. Sobrinho.

A diretora do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Fátima Maia, uma das excomungadas, bancou não ter arrependimento. Como se justificasse a violência de assassinar uma criancinha por nascer indefesa, ela alegou: “abomino a violência e teria feito tudo novamente”.

A incoerência ovante é de praxe nos sórdidos ambientes do aborto. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que acostuma destratar a religião, qualificou a excomunhão “lamentável”. É o ministro do Meio-Ambiente, Carlos Minc, se disse “revoltado”.

Por sua parte, o presidente Lula que conta com grandes apoios no clero progressista criticou o arcebispo de Olinda e Recife que defendeu a boa posição católica.

Em Vitória (ES), Lula argüiu que “a medicina está mais correta que a igreja”, informou a "Folha de S.Paulo". Como se o assassinato da criança inocente estivesse mais certo que a Igreja de Jesus Cristo e da sua moral de origem divino, e que espelha plenamente o Direito Natural.

O presidente que vinha de distribuir a esmo preservativos no sambódromo do Rio durante o Carnaval, ainda disse, segundo “O Estado de S.Paulo”: “Como cristão e católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse”. Se a moral da Igreja está errada por ser conservadora, qual é a moral que postula o presidente?

Por sua vez, o presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, cardeal Giovanni Battista Re, julgou “justa” a excomunhão dos médicos que praticaram dito aborto.

Toda a verdade sobre os fatos: o relatório abafado

A grande imprensa que abriu espaço para as vozes seudo-católicas, anti-católicas e anti-vida, entretanto, abafou relatório indispensável para se compreender bem o acontecido.

Ele foi lavrado pelo pároco de Alagoinha (PE) a cidade onde se deu o fato lutuoso, Pe. Edson Rodrigues (padreedson@hotmail.com). O documento pode ser lido na íntegra no site de apologética Veritatis Splendor.

Nele, o pároco narra que a avó da criança morta se opunha ao aborto da filha ‒ afirmava “ninguém tinha o direito de matar ninguém, só Deus”. Também a Conselheira Tutelar Maria José Gomes recusou assinar termo autorizando esse “crime abominável, vergonha para a humanidade” (S.S.Joao Paulo II, Rio de Janeiro, 04/10/97).

Dois dias depois, o sacerdote encontrou todo mudado no IMIP, Instituto Médico Infantil de Pernambuco.

Ele descreve uma série de fatos irregulares e um trabalho para fazer a cabeça da avó, analfabeta mas responsável legal.

Dom José Cardoso Sobrinho convocou, então, uma equipe de médicos, advogados, psicólogos, juristas e profissionais para estudar a legalidade ou não do acontecido. Na reunião estava presente o Sr. Antonio Figueiras, diretor do IMIP que, constatando o abuso das atitudes da assistente social ligou ao hospital e mandou que fosse suspensa toda e qualquer iniciativa que favorecesse o aborto.

Foi então a vez de uma ONG chamada Curumim, feminista pró-aborto, que acompanhada de dois técnicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco, convenceram a mãe a assinar um pedido de transferência da criança para outro hospital, o CISAM, onde o aborto foi praticado. Nesse hospital, o pároco foi impedido de entrar em contato com a família .

O Pe. Edson está convencido se tratar de “ato de manipulação da consciência”.

O abortismo precisava forjar um caso assim para relançar as tentativas de impor a extensão das causais do aborto a um Brasil que não quer isso.

O governo petista precisava... A mídia sensacionalista também...

Coincidências demais...

É hora de rezarmos e nos prepararmos porque a ofensiva anti-vida vem apelando a recursos suspeitos e medularmente anti-católicos.

(Fonte: Blog Valores Inegociáveis)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Pensamentos de Santo Tomás de Aquino

"Ninguém pode nesta vida ter satisfeitas as suas aspirações, porque nunca um bem criado sacia as aspirações humanas de felicidade"

"A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades"

"Há homens cuja fraqueza de inteligência não lhes permitiu ir além das coisas corpóreas"

"Uma ofensa é tanto maior quanto maior é aquele contra quem é cometida"

"Rogo a Deus como se esperasse tudo dEle, mas trabalho como se esperasse tudo de mim"

"Maria pronunciou o seu "faça-se" em representação de toda a natureza humana"

"O crente transcende a verdade da sua própria inteligência"

"Aquele que crê adere ao dizer de alguém. Por isso o que parece ser o principal, e tendo de certo modo o valor do fim, em todo o assentimento é a pessoa a cujo dizer se dá assentimento. Assim, o que se concorda em crer apresenta-se como secundário"

"A paciência manifesta-se extraordinária de dois modos: quando alguém suporta grandes males pacientemente ou quando suporta aquilo que poderia ter evitado e não quis evitar"

"É tolice dizer que as criaturas são totalmente más, porque em algum aspecto são nocivas. Podem elas ser nocivas para uns, mas úteis para outros"

"Pela oração de muitos, às vezes, se alcança o que pela oração de um só não se obteria"

"A cobiça de qualquer bem temporal é o veneno da caridade; por ela o homem despreza o bem divino".

"A oração consiste na elevação da alma a Deus"

"Por ser mãe de Deus, Maria tem uma dignidade quase infinita".

"A humildade é o primeiro degrau para a sabedoria".

(Extraído do fórum: agostinho_bernardo_tomas@yahoogrupos.com.br)

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ciência Misteriosa dos Faraós

Nos 150 anos de Darwin, o evolucionismo faz sua festa. Mas, eis que os estudos de um sacerdote astrônomo, comparando a "ciência misteriosa dos faraós" com os dados da teologia e da História Sagrada, mostra que os antiquíssimos monumentos do Egito são obras de um povo de altíssimos conhecimentos que só poderiam vir de Adão.

Por mais essa razão a humanidade não pode ter origem em algum símio. Mas sim do homem que teve o conhecimento mais completo da natureza - Adão - confirmando a teologia de São Tomás. Conheça mais no primeiro post de uma série que promete ser apaixonante no blog "Ciência confirma a Igreja":

http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Bispo compara eleição com Batalha de Lepanto

“The Catholic Key”, 24 de outubro de 2008

Dom Robert W. Finn, Bispo de Kansas City e St. Joseph, comparou a próxima eleição presidencial com a Batalha de Lepanto, na qual as forças cristãs, em esmagadora desproporção, derrotaram os invasores turcos otomanos empenhados na conquista da Europa. “Juntamente com os outros Bispos de Missouri, estou pedindo a todos os fiéis para fazer desta última semana antes da eleição uma semana de oração pela nossa nação – uma semana de oração pela proteção da Vida Humana”.

No dia 24 de outubro, Dom Finn escreveu, em uma coluna do jornal diocesano: “Una-se a mim, para recorrer a Maria neste mês do Rosário. Em 1571, na Batalha de Lepanto, quando o futuro da Europa Cristã estava periclitando e a superioridade contra ela era esmagadora, oração feita a Nossa Senhora trouxe a vitória decisiva. Peçamos a Ela que olhe agora para o nosso país, e nos traga a vitória da vida”.

“Nossos princípios morais católicos nos ensinam que promessa de prosperidade econômica de candidato é insuficiente para justificar seu constante apoio às leis abortistas, inclusive de crianças nascidas com vida”, observou Dom Finn. “A promoção do Ato da Liberdade de Escolha é um pedido para se eliminar qualquer simples limite aos abortos perpetrados nos últimos 35 anos... Peço-lhe que se una a mim, para invocar os Anjos da Guarda dos 47 milhões de bebês perdidos através do aborto em nosso país, nos últimos 35 anos. Essa horrenda perda de vidas continua sendo uma das maiores ameaças à civilização.”

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Documentário em vídeo sobre "O mistério do Santo Sudário"


Documentário sobre o O mistério do Santo Sudário

*** Veja o impressionante documentário em vídeo no final deste artigo. ***

No dia 21 de abril de 1988, o Arcebispo de Turim, Cardeal Anastácio Ballestrero, com o auxílio do microbiólogo italiano Giovanni Riggi, cortou uma pequena amostra de 10x70 mm do tecido do Sudário, bem distante da figura central e de qualquer área queimada ou remendada.

Partiu-a em três pequenas amostras e as distribuiu para representantes de três centros de estudos ‒ Zurich, Oxford e Arizona ‒ a fim de que fossem submetidas à análise da idade, por meio do teste do carbono 14.

O carbono existe em todas substâncias orgânicas e começa a decrescer em quantidade após a morte delas, sendo assim possível estabelecer a idade aproximada do objeto analisado.

No mês de outubro daquele ano a equipe de Oxford, em conferência no British Museum, declarou que a análise do carbono 14 indicava que o tecido era de origem medieval, tendo sido produzido entre os anos 1260 e 1390!

A ciência parecia entrar em contradição com tudo o que ela própria demonstrara anteriormente.

Entretanto, o que mais abalou os fiéis foi um desconcertante comunicado oficial do mesmo cardeal, publicado no 14 de outubro daquele ano, no "Osservatore Romano":

“Por intermédio do Dr. Tite, do British Museum, coordenador do projeto ... comunicaram finalmente em 28 de setembro de 1988 ao guardião pontifício do Santo Sudário os resultados de suas pesquisas.

“Este documento estabelece, com uma taxa de confiabilidade de 95%, que o tecido do Sudário tem sua origem entre 1260 e 1390.”

O que era tão evidente nas análises anteriores parecia cair por terra.

Por que aceitar assim, sem maiores discussões, o resultado apresentado por esses laboratórios?

Por que não realizar outros exames de partes diferentes do tecido?

O Sudário não teria sofrido alterações na quantidade de carbono 14, por ter sido atingido por dois incêndios, o de 1532 e outro anterior, cujos vestígios podem ser detectados na sagrada mortalha?

Foi o que se perguntaram muitos cientistas. A polêmica apenas estava começando.

Veja o documentário:


Parte 2: Sob a análise crítica da ciência
http://pt.gloria.tv/?video=hvmf11gymfhtnigcjrkc

Parte 4: O teste do Carbono 14 não teria usado amostras adequadas
http://pt.gloria.tv/?video=xwwoup9wta6lua9j043e

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Joven argentino relata defensa de la Catedral de Neuquén ante horda feminista

BUENOS AIRES, 09 Oct. 08 / 05:18 pm (ACI).- Pablo es uno de los cien jóvenes argentinos que el 17 de agosto pasado evitaron con su presencia y oraciones que la Catedral de Neuquén fuera profanada por las feministas que marcharon por las calles de esta provincia reclamando la legalización del aborto.

Desde hace una semanas, miles de personas se conmovieron con las imágenes en video difundidas a través del sitio web YouTube.com que confirman la ferocidad de las abortistas que participaron en el último Encuentro Nacional de Mujeres (ENM) celebrado en Neuquén. Las manifestantes arremetieron con insultos e improperios contra los jóvenes católicos que protegían la Catedral. Puede ver el video en http://www.youtube.com/watch?v=kvuWrTpzmrY

Uno de los protagonistas de este hecho es Pablo, de 21 años, quien concedió una entrevista a Javier Tebas, del sitio web ReligionEnLibertad.com en la que reveló detalles de lo ocurrido aquella tarde.

Pablo reveló que los jóvenes que se apostaron en la Catedral y recibieron humillaciones, escupitajos e incluso pedradas, se encontraban en Neuquén para participar de un encuentro católico y sabían de la "costumbre" de las feministas asistentes al ENM de atacar la Catedral de la ciudad anfitriona.

"La idea propiamente de la defensa de la Catedral surgió de los jóvenes asistentes por necesidad" pues sabían que la turba trataría de atacar "la catedral del lugar, se la pinta, se la apedrea, entonces, como miembros e hijos que somos de la Iglesia, ¿cómo no defenderla?", señaló Pablo.

De los 800 católicos que se encontraban reunidos en Neuquén, solo 100 decidieron defender la Catedral. "Fue muy duro al volver a donde estábamos alojados, los demás católicos nos sacaban la mirada de los ojos", recordó Pablo y señaló que los defensores del templo correspondían a distintos grupos de muchas provincias del país como San Luis, Buenos Aires, Santa Fe, Mendoza, Córdoba y Tucumán.

"Son muchos los grupos que participan, por mi parte fui con el Grupo Apostólico Christus Vincit de San Luis", indicó.

Sobre los ataques

Según Pablo, los jóvenes sentían "incertidumbre, no sabíamos lo que podía pasar, nos podían pegar, nos podían acuchillar, podían entrar al templo y profanar, todo podía pasar, son momentos de mucha tensión".

"Todo se prolongó una hora y cuarenta minutos, más o menos. Fue terrible, no se iban más, nos gritaban, nos escupían, nos tiraban latas de aerosoles y piedras, rasgaron una bandera Argentina y la prendieron fuego, nosotros, solo rezábamos, un Avemaría tras otro, sin parar. Pidiendo por cada una de ellas, pidiendo por cada niño abortado, pidiendo por nuestra Iglesia y sus Pastores, también en reparación por las blasfemias proferidas", agregó.

A pesar de la tensión, "nos invadía una paz extraordinaria, y en esto coincidimos todos los que allí estábamos, una paz que no puede venir de otro lado que no sea de Nuestro Dios y Señor, sentíamos que nos consolaba el alma".

"Además se percibía la presencia de Dios con nosotros, se me eriza la piel cuando recuerdo el momento en que empezaron a tirar de la bandera y algunos de los nuestros empezaron a tambalear por no soltarla, comenzó a llover agua bendita por todos lados, esto los recompuso en sus lugares al instante", recordó.

Pablo sostiene que no sintieron miedo y solo cumplieron con su misión "como laicos y como jóvenes, en dar testimonio constante de la verdad; este testimonio se dio".

El joven relató que poco antes de que llegue la horda de feministas, una señora se acercó a los que rezaban para preguntarles qué hacían allí.

"Le contamos que estábamos a favor de la vida y en defensa de la Iglesia, en ese momento comenzó a llorar y nos contó que ella había abortado, pero que quería rezar con nosotros, le dijimos que Dios perdona a todo el que se arrepiente y que ella sería un testimonio muy importante; y esto todos los días se puede hacer, rezando el Rosario en la calle, hablando con un compañero de la Universidad, en el trabajo, etc. Es muy necesario en nuestras sociedades, lo digo también por nuestra Madre Patria, que están viviendo un laicismo que asusta", indicó.

Al ser consultado si sintieron la tentación de responder con violencia a las agresiones, Pablo respondió que todos llegaron con la intención de "resistir hasta la última gota de sangre. Algunos chicos de la primera línea se pusieron muy mal, porque insultaban a la Virgen, por ejemplo diciendo que era lesbiana. Ahí te dan ganas de todo, pero bueno, sabemos que el testimonio se da de otra forma, y que la virtud de la fortaleza es más perfecta cuando resiste que cuando ataca".
Según Pablo, luego de aquella experiencia en Neuquén, todos salieron fortalecidos, decididos a "vivir la vida como verdaderamente es: un combate, una milicia". "Creo que es hora de despertar, tenemos que tomar conciencia de que si nosotros no lo hacemos, no lo hace nadie, nadie va a dar testimonio de la esperanza si no lo hacemos los católicos, el mundo nos está esperando, el mundo espera de nosotros, que vayamos a buscarlo, a conquistarlo", agregó.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

No Vietnã, católicos tentam impedir demolição das igrejas

Em Hanói, capital do Vietnã, os comunistas tentam demolir igrejas e a própria Nunciatura - aliás, confiscadas há anos - mas os católicos resistem aos milhares dando um testemunho comovedor de fé e coragem.

Veja em http://lourdes-150-aparicoes.blogspot.com um vídeo dessa heróica resistência, feita em torno da Santa Cruz e das imagens de Nossa Senhora das Graças e de Nossa Senhora de Lourdes.

E vejam o vídeo relacionado - sobre a prisão de um jornalista da AP ao fotografar a vígilia de orações dos católicos vietnamitas. Esta é a verdadeira imagem do Vietnã comunista, cujos líderes Lula foi recentemente homenagear:




terça-feira, 16 de setembro de 2008

Jovens católicos argentinos, em defesa da Catedral, enfrentam grupo de feministas

Publicamos neste blog um vídeo bastante impressionante de um fato que ocorreu recentemente na Argentina.

Na cidade de Neuquén, localizada ao norte da Patagônia, próxima ao Chile, houve de 16 a 18 de agosto p.p. um "Encuentro Nacional de Mujeres", de tom feminista.

No dia 17, as manifestantes mais radicais, muitas delas lésbicas, fizeram uma marcha pelo centro da cidade, que a certa altura passaria em frente à Catedral. Previamente um grupo grande de pessoas, em sua maioria jovens, se colocou no átrio da Catedral para defendê-la de possíveis atentados como os que já haviam ocorridos em manifestações análogas.

Antes da chegada da marcha, o bispo local tentou dissuadir aos rapazes de permanecer ali, convidando-os a entrar na catedral, mas eles assim não fizeram. Quando a marcha chegou, com cantos e gritos blasfemos e soezes, que davam um tom de carnaval infernal, os rapazes começaram a rezar calmamente o Rosário em voz alta.

As feministas, e também alguns homens, ao passar diante deles lançaram, aos jovens e à Igreja, as piores injúrias, provocando-os de todas as formas, inclusive cuspindo no rosto dos rapazes – como se vê no vídeo. Arrancaram deles uma grande faixa com as cores da bandeira argentina que os católicos portavam e a queimaram; praticaram ainda outras violências, mas os jovens ignoraram as provocações e continuaram rezando serenamente, o que os deu uma inquestionável superioridade, até que chegou a polícia e se interpôs entre os rapazes e as feministas, que acabaram retirando-se.

Eis o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=FK40LwQfy7c

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Crianças inglesas católicas punidas por serem fiéis à sua religião

Na britânica Alsager High School [foto], dois alunos da sétima série foram punidos por se recusarem a adorar Alá numa aula de religião.

A professora argüiu ecumenicamente que era para aprender sobre as outras religiões e valorizar os “direitos humanos”.

“Se se pedisse aos muçulmanos irem à igreja no domingo e comungarem sairia guerra”, disse o avô de um dos alunos ao jornal “London Daily Mail”.

Por sua vez, Lord Phillips, Lord Chief Justice, máxima autoridade da Justiça inglesa, defendeu que os muçulmanos no país governassem pela lei islâmica e não pela inglesa.

O chefe da igreja anglicana, Rowan Williams, também defendeu a lei islâmica no país. Aliás, o anglicanismo está se desfazendo em meio a escândalos e degradações que o tem esmigalhado.

(Texto integral no blog Luz de Cristo)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Católicos a favor do aborto não devem comungar, precisa Prefeito da Assinatura Apostólica

VATICANO, 19 Ago. 08 / 06:10 am (ACI).- O Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica da Santa Sé, Arcebispo Raymond L. Burke, precisou que os católicos, especialmente os políticos que publicamente defendem o aborto não devem comungar; e se referiu também à responsabilidade de caridade que têm os ministros da comunhão de negar-lhes a mesma, se a solicitarem, "até que tenham reformado a própria vida".

Em uma entrevista concedida à revista Radici Cristianize (Raízes Cristãs), Dom Burke, quem fora até recentemente Arcebispo de Saint Louis (Estados Unidos), explicou que os católicos não têm o direito de receber a Eucaristia.

"Quem pode reivindicar um direito a receber o Corpo de Cristo? Tudo é um ato sem medida do amor de Deus. Nosso Senhor se faz Ele mesmo disponível em seu Corpo e em seu Sangue mas não podemos dizer jamais que temos o direito de recebê-lo na Santa Comunhão. Cada vez que nos aproximamos dele, devemos fazê-lo com uma profunda consciência de nossa indignidade", explicou o Prefeito.

Depois de comentar que entre os fiéis se vêem às vezes atitudes de irreverência ao receber a Comunhão, o Arcebispo destacou que "receber indignamente o Corpo e o Sangue de Cristo é um sacrilégio. Se o fizer deliberadamente em pecado mortal é um sacrilégio".

"Se tivermos um pecado mortal na consciência, devemos primeiro nos confessar desse pecado e receber a absolvição, e só depois nos aproximar do Sacramento Eucarístico", ressaltou.

Seguidamente pôs como exemplo deste sacrilégio o caso de qualquer "funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que estão contra a lei moral Divina e Eterna. Por exemplo, apoiar publicamente o aborto procurado, que comporta a supressão de vidas humanas inocentes e indefesas. Uma pessoa que comete pecado desta maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que não tenha reformado a própria vida".

"Se uma pessoa que foi admoestada persiste em um pecado mortal público e se aproxima de receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de negar-lhe a mesma, por que? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, lhe impedindo de realizar um sacrilégio", adicionou.

O Prelado vaticano indicou logo que negar a Comunhão nestes casos impede que se gere o escândalo; "em primeiro lugar, um escândalo referente a nossa disposição para receber a Santa Comunhão".

Quer dizer, disse, "deve-se evitar que a gente seja induzida a pensar que se pode estar em estado de pecado mortal e aproximar-se da Eucaristia. Em segundo lugar, poderia existir outra forma de escândalo, consistente em levar às pessoas a pensar que o ato público que esta pessoa está fazendo, que até agora todos acreditavam que era um pecado sério, não o é tanto se a Igreja lhe permite receber a Comunhão".

"Se tivermos uma figura pública que aberta e deliberadamente sustenta os direitos abortistas e que recebe a Eucaristia, o que terminará pensando a gente comum? Pode chegar a acreditar que é correto até certo ponto suprimir uma vida inocente no seio materno", advertiu.

O Prefeito da Assinatura Apostólica disse também que quando um bispo ou autoridade eclesiástica impede que um abortista receba a comunhão "não tem nenhuma intenção de interferir na vida pública mas no estado espiritual do político ou do funcionário público que, se for católico, deve seguir a lei divina também na esfera pública"

"Portanto, é simplesmente ridículo e errado tratar de silenciar a um pastor acusando-o de interferir em política para que não possa fazer o bem à alma de um membro de sua grei", disse o Prelado vaticano.

Depois de afirmar que é "simplesmente errôneo" pensar que a fé deve reduzir-se ao privado abandonando o âmbito público, o Arcebispo alentou a "dar testemunho de nossa fé não só no privado dos nossos lares mas também em nossa vida pública com outros para dar um forte testemunho de Cristo".

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A glória da Assunção

A festa da Assunção de Nossa Senhora, que se comemora no dia 15 deste mês, é a celebração do triunfo da Mãe de Deus

Plinio Corrêa de Oliveira

“Os antigos, quando falavam da festa da Assunção, diziam que era a festividade de Nossa Senhora da Glória. Eles entendiam bem que a Assunção não é apenas o fato físico de Nossa Senhora sair desta Terra –– tendo sido ressuscitada por virtude de seu Divino Filho –– e ir para o Céu. Mas é a glorificação da Mãe de Deus.

Depois de ter passado por toda espécie de sofrimentos, angústias, dilacerações e humilhações, Ela é glorificada por Nosso Senhor aos olhos dos homens, por meio da Assunção. Privilégio único na História, pelo qual uma mera criatura é levada em corpo e alma pelos anjos ao Céu.

Ela, que possuía uma alma santíssima, uma dignidade, uma majestade, e ao mesmo tempo uma afabilidade inexprimíveis, naturalmente deixou que transparecesse nesse momento toda santidade em sua fisionomia.

Também nesse momento transpareceu uma efusão de ternura, de misericórdia e de bondade suprema d´Ela, como manifestam todas as mães que se despedem dos filhos. Com a segurança para todos de que Ela, não estando mais presente na Terra, começava sua grande missão do alto do Céu.

Depois da Assunção, sua glória se manifestou cada vez mais. Como bem observa São Luís Grignion de Montfort, não existe uma igreja na Terra onde não haja um altar dedicado a Nossa Senhora, exceção feita hoje a certas igrejas modernosas, que quase não são mais igrejas; não há uma alma que se tenha salvo, sem ter sido devota de Nossa Senhora; não há uma graça que os homens tenham recebido, que não foi obtida por Ela.

Assim, sua glória vai crescendo até o fim dos séculos, com o dia do Juízo Final. Todos os homens serão julgados; portanto, Ela também. Mas, como Ela não está sujeita a nenhuma dívida, não cometeu nenhuma falta, no Juízo Final haverá uma suprema glorificação da Santa Mãe de Deus”.

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(Excertos de conferência de Plinio Corrêa de Oliveira, pronunciada em 13-8-1965)

(Fonte: Revista Catolicismo, Agosto, 2008)

domingo, 10 de agosto de 2008

O Brasil rumo à ditadura homossexual

Luiz Sérgio Solimeo

Um projeto de lei, já aprovado na Camara dos Deputados do Brasil e que se encontra em discussão no Senado, nos dá uma idéia do tipo de ditadura que o Movimento Homossexual pretende impor ao mundo cristão.

Se esse projeto se transformar em lei ele punirá, com pena de prisão, todo aquele que criticar a prática ou a ideologia homossexual. Isto daria grande força para o movimento homossexual pelo mundo afora, reforçando o mesmo nos diversos países.

Ao mesmo tempo, tal projeto desmascara os verdadeiros objetivos do movimento homossexual, o que é de suma importância para todos aqueles que, por toda a parte, amam a liberdade.

Perseguição religiosa

O bispo de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul, Dom Redovino Rizzardo, escrevendo sobre esse projeto de lei advertiu:

"O Senado Federal está apreciando o Projeto de Lei 122/2006, destinado a proteger a quem opta por atitudes e práticas homossexuais. ... Se aprovado, o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho. Assim, um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por 'ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão."[1]

Homossexualismo não é fonte de direitos

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz − que se tem destacado no combate ao aborto e ao homossexualismo − publicou significativo artigo contra o projeto de lei, inserindo-o numa perspectiva mais ampla: a sistemática ofensiva do governo do atual presidente socialista do Brasil − Luís Inácio Lula da Silva − contra a vida e contra a família, em oposição frontal a princípios fundamentais da moral católica.

Em seu artigo, sob o título O governo Lula e o combate à castidade, Pe. Lodi estabelece o nexo entre o movimento abortista e o movimento homossexual:
"No governo Lula, a causa pró-aborto — que ataca diretamente a vida humana — anda de mãos dadas com a causa pró-homossexualismo — que ataca frontalmente a virtude da castidade, sobre a qual se funda a família. Desde o início de 2003, o governo vem fazendo todo o possível, seja internamente, seja perante a comunidade internacional (ONU e OEA), para glorificar o homossexualismo e tratar como criminosos ("homofóbicos") os que se opõem à conduta homossexual." [2]

Depois de fazer um elenco cronológico de todas as medidas do Governo Lula no sentido de favorecer o homossexualismo, o Pe. Lodi da Cruz analisa o atual projeto em discussão no Senado, o qual transformará o homossexualismo numa fonte de privilégio:

"Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoas, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém."[3]

O vício transformado em fonte de mérito

Por seu lado, a advogada Maria das Dores Dolly Guimarães pondera que, de acordo com o projeto, "o homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta será tratado como criminoso." [4]

"Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos", enfatiza a advogada, que é presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida.
Ela exemplifica com alguns artigos do projeto de lei:

"A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ('manifestação de afetividade') por homossexuais (art. n.º 7)". Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica (art. n.º 4).

"A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo n.º 8: 'ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica'", acrescenta, acentuando que "o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual poderá ser condenado a 3 a 5 anos de reclusão (art. n.º 5)."[5]

"Lei da Mordaça Gay"

Esse projeto de lei está sendo conhecido no Brasil como "Lei da Mordaça Gay", uma vez que, caso aprovado, tornará ilegal qualquer condenação ou crítica que se faça à prática homossexual.

Esse é justamente o tílulo do estudo do advogado Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo[6], no qual afirma:
"O projeto é flagrantemente inconstitucional e significa a implantação do totalitarismo e do terrorismo ideológico de Estado, com manifesta violação dos direitos à igualdade, à livre manifestação do pensamento, à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, à não-discriminação por motivos de crença religiosa, convicção filosófica e política, e ao devido processo legal material ou substantivo (art. 5.º, caput, IV, VI, VIII, LIV, da Constituição)."[7]

Em outro artigo sobre o mesmo tema, o Dr. Krause mostra o aspecto ideológico marxista subjacente ao projeto em questão:

"O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico. .... Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse."[8]

Homossexualidade não é "gênero", é conduta

O Prof. Uziel Santana, da Universidade Federal do Sergipe, explica de maneira simples e categórica o porque a "Lei da Mordaça Gay" é inconstitucional:
"Por que o Projeto de Lei 122/2006 é inconstitucional? É inconstitucional porque a Constituição Federal estabelece, no art. 5º, como direito e garantia fundamental, que, primeiramente, "homens" e "mulheres" são iguais em direitos e obrigações, de modo que a Constituição não reconhece um terceiro gênero: o homossexual. E, se assim o é, como um projeto de lei ordinária pode tentar estabelecer super-direitos e a impossibilidade absoluta de crítica a um grupo de pessoas que, enquanto homossexuais, nem reconhecidos são pela Constituição? Para a Magna Carta, queiram eles ou não, estes são homens ou mulheres."[9]

Implantação de um regime policial

Podemos concluir esta resenha sobre o perigo que corre o Brasil de se transformar na primeira Ditadura Homossexual do mundo, com as seguintes considerações do já citado bispo de Dourados, Dom Revidio Rizzato:

"Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual. Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país."[10]

Notas:
[1] Dom Redovino Rizzardo, cs, Quem são os discriminados? "Diário M.S.", Quinta-feira, 03 de Julho de 2008, at http://www.diarioms.com.br/leitura.php?can_id=15&id=77078#
[2] Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, O governo Lula e o combate à castidade at http://www.providaanapolis.org.br/govlucas.htm
[3] Lodi da Cruz, Art. cit.
[4] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=
[5] http://dihitt.com.br/noticia/lei-da-homofobia-no-senado-para-aprovacao-polemica/quem_votou?r=
[6] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272
[7] Krause: A lei da mordaça gay.
[8] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468.
[9] Paulo Medeiros Krause: A lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo at http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0272
[10] Krause: A lei da mordaça gay.
[11] Paul Medeiros Krause, A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista, at http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10468.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Três mil iraquianos ingressam na Igreja Católica

Três mil iraquianos, que vivem nos EUA, abandonaram a cismática Igreja Ortodoxa Assíria junto com seu bispo, D. Mar Bawai Soro, e se tornaram católicos de rito caldeu - um dos ritos tradicionais que fazem parte dos tesouros inesgotáveis da Igreja Católica.

D. Mar Bawai Soro publicou elogio escrito sobre o poder de jurisdição universal do Papa. Há muito esses iraquianos tinham abandonado os erros de Nestório, que foram a causa do cisma.

Algumas centenas de iraquianos "ortodoxos" ingleses seguem a mesma via, informou The Catholic Herald de Londres. Na Inglaterra o caso é muito comentado, em vista de estranha aversão do episcopado católico às conversões, e sua ojeriza em relação às liturgias tradicionais.

(Fonte: Blog Luzes de Esperança)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Até onde pode ir o desrespeito pela missa e o sacerdócio? O caso de Votuporanga


O sacerdote na missa renova o sacrifício incruento da Cruz, oferecendo a Deus o próprio Jesus Cristo, o Cordeiro imaculado, como vítima propiciatória. É o ato mais augusto da religião católica.

O que achar então do fato veiculado pela Folha de S.Paulo em 6-7-2008? A brutalidade do fato obriga-nos à extrema concisão.

O jornal afirma que o pároco da igreja de Santa Luzia, Votuporanga, Pe Sílvio Roberto dos Santos durante a missa fica à procura moças que sirvam para “modelo”.

O religioso é bem conhecido pelos seus cursos nessa atividade. Da paróquia de Votuporanga, saíram vencedoras de vários concursos.

O padre reconhece que “esse meio é sujo, há muita prostituição por trás disso”. E fornece “traquejo”, ensina requebros e jeitos sensuais para suas “alunas” conquistarem os votos do jurado.

Em vez de dizerem “xis” nas fotos, elas dizem (órgão sexual masculino), e os homens vice-versa. “Fica uma coisa alegre”, justifica o sacerdote.

Ele reúne o “sindicato de homossexuais” “para reflexões bíblicas”. Visita também as zonas de prostituição da cidade.

Segundo ele não há problema com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O seu bispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, que preside a diocese de São José do Rio Preto, evitou responder à “Folha” “por estar há pouco tempo na região e não conhecer a fundo o trabalho com as modelos”, e, por meio de seu porta-voz, disse que esse trabalho “é uma forma de evangelização”.

A se confirmar a informação, por ninguém desmentida até agora, podemos perguntar se era possível que a dignidade do sacerdócio e o caráter supremamente augusto da missa pudessem ser jogados mais baixo.

Até há pouco parecia impossível. Entretanto chegou-se a isto. Chegará até mais baixo?

Rezemos para que Nossa Senhora impeça piores quedas.

(Extraído do blog Luz de Cristo x Luz das trevas)

Divulgue

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