Moral católica e combate à Aids

Nas últimas semanas, a mídia deu grande destaque a repercussões das palavras de Bento XVI, em seu livro-entrevista Luz do Mundo, sobre o uso de preservativos em determinadas circunstâncias.

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

quarta-feira, 12 de março de 2008

ABIM - Cachaça brasileira popular na Alemanha

AGÊNCIA BOA IMPRENSA
Notícias e comentários destinados a órgãos do Brasil e do exterior
ABIM nº 979 Março / 2008

Cachaça brasileira popular na Alemanha
Nelson R. Fragelli (*)

Viena - Em fins de fevereiro deste ano, o principal jornal da Alemanha (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 24-2-2008) publicou longo artigo sobre a cachaça brasileira. Sua história, métodos de fabricação, cuidados com sua obtenção, curiosidades do engenho - e uma receita da "caipirinha" -- são detalhadamente apresentados. Uma tabelinha de erros a evitar na confecção da "caipirinha" corresponde à precisão desejada no país para a seriedade de uma receita.

Não é de espantar que o jornal dedique sua atenção à popular pinga brasileira: a Alemanha é o maior importador dessa bebida. E setores do povo, afeiçoados a tal degustação, já a conhece bem: importa da caninha unicamente sua parte nobre, isto é, o "coração", rejeitando a "cabeça" e a "cauda". Esta linguagem de alambique significa que, iniciada a destilação, o primeiro jorro é a "cabeça" (15%); momentos depois flui o precioso "coração" -- a boa pinga cristalina -- terminando o processo com o gotejar da "cauda" (15%). "Cabeça" e "cauda" "dá dor de crânio", dizem. Compreende-se, pois no país do pensamento profundo, a cabeça deve funcionar bem ...

(*)Nelson R. Fragelli é correspondente da ABIM

terça-feira, 11 de março de 2008

Resposta ao ateísmo de Richard Dawkins

O Estado de S. Paulo, domingo, 2 de março de 2008

Os dois professores norte-americanos, Alister e Joanna McGrath (marido e mulher), analisam as teses do livro Deus, Um Delírio (Companhia das Letras), de Richard Dawkins, considerado um ícone do ateísmo contemporâneo. Chegam à conclusão de que Dawkins abandonou a racionalidade para adotar uma espécie de ateísmo fundamentalista. Desmantelam o argumento segundo o qual a ciência e o ateísmo têm ligações indissociáveis. Antes de ser teólogo, Alister era ateu e estudioso da biofísica molecular. Admirador do colega da Universidade de Oxford, Alister questiona a guinada irracional de Dawkins que faz uso de argumentos inconsistentes e intolerantes. A tradução é de Sueli Saraiva.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Homem que se diz Cristo destrói imagens de igreja

Folha de S. Paulo, quarta-feira, 5 de março de 2008

Dizendo-se Jesus Cristo e disposto a cumprir um pedido de Deus, um homem entrou anteontem na catedral de São José dos Pinhais (região metropolitana de Curitiba) e danificou ao menos 12 imagens sacras, segundo a diocese local e um policial.

Valdemar Kusma Shimanski, 46, foi medicado e passou a noite em observação. Na delegacia que registrou o caso, ninguém informou por quais crimes ele poderá ser indiciado e se está preso.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Entrevista (em portugues) de Mons. Athanasius Schneider sobre seu livro "Dominus Est"

Confira o vídeo da entrevista (em português) de Mons. Athanasius Schneider sobre seu livro "Dominus Est", a respeito da Comunhão na boca e as devidas manifestações exteriores de que o Santíssimo Sacramento merece receber por parte dos fiéis. O trabalho foi publicado pela Libreria Editrice Vaticana no mês de janeiro passado, e conta com o prefácio de Mons. Malcolm Ranjith, secretário da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos:

http://pt.gloria.tv/?video=tqbsfxf0v3b5kiy65eyi

Equipe Lepanto

terça-feira, 4 de março de 2008

VÍDEO: Dom Luiz mostra casa onde vive em bairro de SP

da Folha Online

Em 1808 a família real portuguesa deixou Lisboa e rumou para o Rio de Janeiro. Após 200 anos, um dos herdeiros, o príncipe, vive em uma casa alugada em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista.

Dom Luiz de Orleans e Bragança, 69, recebeu a reportagem da Folha Online em sua residência e fala sobre sua rotina.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u378416.shtml

domingo, 2 de março de 2008

Psicóloga diz que Harry Potter é como uma droga

LONDRES, 29 FEV (ANSA) - "Harry Potter é como uma droga, cria dependência e muitos fãs sofrem de sérios distúrbios de abstinência, agora que não há mais um próximo livro do bruxo para se esperar com ansiedade", disse a professora de psicologia Jeffrey Rudski, citada hoje pela imprensa britânica.

Segundo os jornais britânicos, um em cada dez fãs de Harry Potter demonstra sintomas de abstinência, que chegam até a depressão e a perda de apetite, após lerem o sétimo e último volume da série.

Alguns dos 4 mil fãs de Harry Potter entrevistados passam até quatro horas por dia em atividades ligadas ao personagem (como jogos, sites, etc.).Um dos fãs entrevistados, frente à perspectiva de não poder ler outras aventuras de seu personagem preferido, comentou: "Sinto-me como se uma pessoa querida tivesse morrido".

Cerca de 20% dos leitores de Harry Potter são "quase dependentes" observou Rudski, afirmando que "a dependência da droga não é diferente da dependência de Harry Potter". (ANSA)

TV infantiliza e limita a consciência dos telespectadores assíduos

Afirma o Núcleo de Estudos Psicológicos da Universidade Estadual de Campinas, que realizou um amplo estudo sobre a televisão e a criança:

"A velocidade com que as mensagens são transmitidas e até justapostas, excede normalmente o ritmo necessário à percepção consciente.(...) Também existe o fato, percebido até por leigos, de que a velocidade de apreensão cognitiva de uma mensagem varia de acordo com o telespectador. Na TV isso não é respeitado... (...)

Considerando o telespectador infantil, podemos dizer que a criança, exposta a uma grande quantidade de informações velozmente transmitidas, está sendo lesada em suas oportunidades de desenvolver-se do ponto de vista cognitivo, e tenderá a atrofiar sua capacidade de abertura da percepção, ou, usando a mesma terminologia de Schanchtel (1959), terá dificuldade de desenvolver uma percepção alocêntrica do mundo, adulta, criativa. Por isso os estudiosos dizem que a TV infantiliza e limita a consciência dos telespectadores assíduos. (...)

A repetição [dos clichês pré-fabricados] é uma ilusão de conhecimento porque, à força de limitar a experiência, fecha a percepção do mundo e a reduz a clichês; e, ainda, confina o indivíduo ao prazer infantil do jogo: segurança do sempre-o-mesmo, das regras fixas. Acaba 'ensinando' a criança a não ousar. Não responde à sua curiosidade nem a desenvolve. O mundo passa a ser visto como algo que não oferece nenhum desafio ou interesse."[1]

[1] Giglio, Zula Garcia; Giglio, Joel Sales; Vizzotto, Marília M., Televisão e Criança: um Binômio Incompatível, Núcleo de Estudos Psicológicos, Unicamp, 1993, apud. O Amanhã de Nossos Filhos (1993), pp.9 e 10.

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